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Review: 3%

Um dia, feliz e contente na internet abri a Netflix para assistir ao tão comentado revival de Gilmore Girls, acontece que no meio do caminho me deparei com a recém adicionada série 3% e resolvi dar uma olhada no primeiro episódio antes de embarcar de volta a Stars Hollow. Acontece que acabei me prendendo à trama de 3%.


3% é a primeira série brasileira a ser exibida e produzida pela Netflix e conta a história de um Brasil pós-apocalíptico. Grande parte da população vive no Continente que é um lugar miserável e abandonado, mas a outra parte da população vive no Maralto, um lugar que dizem ser justo, pacífico e cheio de possibilidades. Todos tem oportunidade de tentar ir para Maralto ao completar 20 anos, basta se inscrever no Processo e passar, mas apenas 3% da população é aceita a cada ano e as provas são realmente perturbadoras.

Sei que já temos várias sagas, série e filmes sobre distopias por aí, algumas boas, outras nem tanto... mas vale lembrar que 3% começou como uma webserie em 2011, não antes do grande boom de filmes de distopia, mas ali no meio, e essa webserie ainda pode ser assistida no Youtube neste link. Há diferenças pontuais entre o episódio piloto de 2011 e a nova série, principalmente ao que diz respeito às críticas sociais, mas para quem quer ter ideia do que se trata pode ser bem legal assistir a esse piloto.

A premissa da série é bem interessante e passa um clima de tensão durante as provas, você torce para os candidatos e espera que as provas acabem logo, pois algumas dão um certa angústia e mostram como as pessoas são capazes de coisas absurdas quando pressionadas ou quando colocam seu instinto de sobrevivência acima de tudo.

Apesar da história ser bem legal, é possível sentir um ar novelesco em certos momentos, não que haja algo errado com isso, mas acaba destoando muito do restante da série e incomoda um pouco. Além disso, algumas atuações deixam bastante a desejar, mas são compensadas por outras.

A série tem uma temporada com oito episódios com cerca de 45 minutos de duração e promete uma continuação, já que muita coisa ficou em aberto nessa primeira temporada.
Em geral gostei bastante de 3%, seus episódios tem altos e baixos mas a trama te prende, além de ser bem legal ver o Brasil investindo assim em séries.

Alguém aí já assistiu a série ou ficou com vontade de assistir? Me conta aqui nos comentários ^^

O filmes de fevereiro

Fevereiro acabou, o Oscar passou, Leo ganhou e eu não consegui completar a minha lista de filmes pra ver em fevereiro, na verdade esse mês fiquei bem paradona nas séries, leituras, etc, mas tudo bem porque isso não significa que não teve coisa legal. Decidi fazer todo final de mês uma postagem contando sobre alguns filmes que assisti, vou tentar escolher os mais legais e ficar entre três e cinco, os mais especiais ganharão resenha especial, como aconteceu com o lindo do Deadpool *-*
Vamos lá!

O primeiro filme de que vou falar é Perdido em Marte (The Martian). Estrelado por Matt Damon, o filme conta a saga de um astronauta especializado em botânica, que sofre um acidente em Marte durante uma tempestade de areia e é dado como morto e deixado para trás por sua equipe, enquanto ele tenta sobreviver ao inóspito planeta e entrar em contato com a NASA para que possa ser resgatado de novo Matt?!.

Diferente de muitos filmes do gênero (seja sci-fi ou filmes de sobreviventes), Perdido em Marte é alegre e divertido. Claro que o protagonista passa por maus bocados, mas além de competente Mark Watney (Damon) é super bem humorado e otimista, o que dá um tom muito gostoso ao filme, nada perto da angústia que sentimos pelo personagem de Tom Hanks em O Náufrago. Realmente me diverti assistindo e torci para que ele fosse resgatado, além disso a trilha sonora é bem gostosa, toca Starman gente! O filme superou muito as expectativas que eu tinha, e passou a ser um dos meus favoritos do gênero até agora.


Há duas semanas fui à première do filme Boneco do Mal (The Boy) em São Paulo, oferecida pelo site Omelete.
Dica: se você mora em São Paulo ou nas proximidades, segue o face do site, eles sempre oferecem ingressos com pipoca e refri pra estreia de vários filmes, e não é sorteio, basta enviar um e-mail rápido o suficiente pra entrar na lista (não, eu não estou ganhando pra fazer a propaganda mas bem que podia né.)

O filme é estrelado por Lauren Cohan (a linda Maggie de The Walking Dead) que interpreta Greta, uma jovem americana que vai à Inglaterra para ser babá de do menino Brahms, porém, quando chega na casa (tipicamente grande e isolada, como todo bom ou não filme de terror) Greta descobre que o menino na verdade é um boneco de louça. Os pais do "menino" dão à ela uma lista de tarefas e saem para viagem, após ignorar essa lista por alguns dias coisas muito estranhas começam a acontecer com a protagonista.

Bem, vou ser sincera gente, o filme não é bom, mas eu me diverti muito. Conta com interpretações bem convincentes, e é risível a expressão dos atores quando descobrem a tarefa de Greta. Até quase o final o é mais um de terror simples com um certo humor, mas aí tem plot twist! Ah o plot twist! Não vou dar spoilers aqui, mas a maior parte do cinema saiu revoltada. Eu particularmente não gostei da virada de última hora, mas gostei do filme e da experiência em geral. Pra quem tem medo de filmes de terror e amigos que implicam com isso, Boneco do Mal é uma boa pedida, você pode sugerir ele pra seus amigos e assistir de boa e sem medo. ^^


O último filme é o indicado ao Oscar, O Quarto de Jack (Room). Não vou contar sobre a história porque, sinceramente, assisti ao filme sem saber nada da trama (além de que Jack passa a vida em seu quarto) e isso foi muito bom, pois gerou surpresas e curiosidade sobre o que estava acontecendo ali, além de empatia pelos personagens. Basta dizer que o filme é muito sensível e tocante, contando com a ótima atuação de Brie Larson (vencedora do Oscar de melhor atriz) e do fofíssimo Jacob Trembley, que tem uma ótima interação em cena. Não é um filme super badalado e animado, mas trata de assuntos muito pesados narrados pela perspectiva de uma criança completamente inocente. Eu gostei demais e recomendo.

Obs.: Só assista ao trailer se quiser ver o filme do jeito que recomendei, sem informações adicionais.


E aí, já assistiram aos filmes? Algum deu vontade? Conta aí.

52 weeks: 8ª semana - Os melhores filmes infantis que já assisti

Mais uma semana, mais um 52 weeks e....Uau! Essa semana foi difícil, com certeza o tema mais difícil de escolher até então.
Eu confesso que fiquei muito tentada a colocar várias animações aqui, mas daí eu parava e pensava "tá, mas isso não é exatamente infantil" e então partia pra outra opção, afinal não é só porque é animação que significa que o filme é para crianças, certo? Então depois disso comecei a fazer pesquisas pra me lembrar das animações que já vi e acabei com mais de dez abas de filmes que quero ver abertas. No fim resolvi colocar só o que fui lembrando, quando finalmente consegui um top 15 fiquei naquela dúvida se o filme era realmente bom ou se eu só gostava mesmo (a diferença nesse caso pode ser gritante rsrs). Enfim, deu pra sentir o drama, né? Mas vamos lá.

1. Up- Altas Aventuras (Up - 2009)

A história do velhinho rabugento que foge para seu lugar dos sonhos com sua casa presa a balões de hélio, e é "seguido" por um garotinho escoteiro que fala muito. O filme é totalmente amorzinho, com um começo triste, porém lindo, e lições maravilhosas. Você assiste aos primeiro minutos e já se apaixona, não tem como não gostar!


2. Toy Story 1, 2 e 3 (sim, eu já estou roubando haha) (Toy Story - 1995/1999/2010)

Toy Story cresceu com a gente (bem, pelo menos o Andy cresceu), ele fala de amizade, ciúme, insegurança, abandono, é divertido e cheio de referências a filmes clássicos e no fim ainda nos ajuda a lidar com o desapego. Cada filme é uma etapa da vida de Andy e de seus brinquedos, finalizando com o adeus cinematográfico que mais doeu no meu coração e que ao mesmo tempo me deixou feliz. Já fiz resenhas de Toy Story e Toy Story 2 para quem se interessar, ainda estou devendo a terceira, mas um dia sai xD


3. Como Treinar Seu Dragão (How To Train Your Dragon - 2010)

Tenho um caso de amor com esse filme. Eu demorei séculos para assistir, mas fiquei sonhando com um amigo/bicho de estimação como o Banguela, quem nunca né? Além disso, o filmes nos ensina a tentar olhar mais as coisas pela perspectiva dos outros, e que uma grande amizade pode nascer entre as criaturas mais improváveis, e deve ser respeitada.
A continuação também é muito boa e linda demais, vale totalmente a pena.


4. O Pequeno Príncipe (Le Petit Prince - 2015)

O filme baseado no livro mais amor de todos os tempos. Como poderia ficar de fora? Não poderia!
A melhor parte pra mim é que não foi uma adaptação completamente literal. O filme introduz novos personagens sem mexer a história original e como bônus é visualmente incrível, misturando stop-motion com animação digital.


5. Snoopy e Charlie Brow: Peanuts, O Filme (The Peanuts Movie - 2016)

Porque é o Snoopy e Snoopy é amor e sarcasmo, preciso dizer mais?
Ok, dá pra dizer mais. O filme é fofo, cheio de sacadinhas legais, com uma amizade linda, com uma estética ainda mais linda e deixa o seu coração feliz. Apenas assistam, ok?


6. Fievel, Um Conto Americano (An American Tail - 1986)

Esse filme é mais velho que a minha mãe gente! Tá, mentira, mas é mais velho que eu, e isso não é tão pouca coisa assim hahaha.
Fievel é um ratinho que vive na Rússia com sua família, mas sempre são ameaçados por gatos malvados. Um dia, apóes perderam sua casa, a família resolve partir para a América, onde há a promessa de uma vida livre dos tão temidos gatos não existem gatos na América, só há queijo pelo chão!, mas no caminho Fievel se separa de sua família. A partir daí ele precisa descobrir como se virar sozinho, faz novos amigos, viver na América e encontrar sua família.... é muito fofinho! *-*


7. O Gigante de Ferro (The Iron Giant - 1999)

Esse filme é maravilhoso. Com uma estética não tão agradável quantos os clássicos fofinhos que vemos para crianças, o filme tem uma mensagem muito legal sobre amizade e tolerância. Ele narra a história de Hogarth, um garoto sem muitos amigos que encontra um robô cheio de sentimentos e sem muito lugar no mundo.


8. Todos os Cães Merecem o Céu (All Dogs Go to Heaven - 1989)

Outra velharia, o filme conta a história de Charlie, um pastor alemão nada honesto e amigável que é traído por seu sócio e bem...ele morre, é... ele morre. Mas tudo bem. porque Charlie trapaceia e consegue mais uma oportunidade para voltar à Terra e, quem sabe, se tornar um cão melhor (isso me lembra muito Yu-Yu Hakusho). É um filme muito bonitinho, com uma trama adulta mas contada de forma leve, ótimo para crianças.


9. Wall.e (Wall.e - 2008)

Porque nós temos que proteger o planeta gente!
Wall.e fala de um assunto batido (que nunca é demais falar mais) de forma muito diferente e encantadora, mostrando o amor entre um robozinho de limpeza tímido lata velha que eu queria na minha casa e uma robô de alta tecnologia essa é briguenta, não mexe com ela.


10. A Família do Futuro (Meet the Robinsons - 2007)

Lewis é um órfão muito inteligente que não teve muita sorte em encontrar uma nova família. Um dia, determinado a descobrir quem é sua mãe e o porquê de ter sido abandonado, Lewis cria um scanner de memória para sua feira de ciências, nessa ocasião, ele encontra um menino que diz ter vindo do futuro para proteger o scanner que está prestes a ser roubado, e assim os dois vão para o futuro.
Dizer mais é cortar a surpresa do filme, como ele não é tão popular vou deixar assim pra quem quiser assistir. Basta dizer que o filme é divertido e muito fofinho, vale a pena assistir.


E você que chegou ao final desse post, sim, você contou certo, foram 10 filmes. Eu disse que foi difícil escolher. Eu não coloquei nenhuma animação 2D da Disney porque quero fazer um post especialmente para esse tema, embora ache que terei que fazer um melhor de 30, mas penso nisso depois haha,
Mas conta aí, já viu todos esses? Ficou com vontade de ver ou rever algum? Vou adorar saber sua lista de animações infantis favoritas.

Deadpool - The Zuera Never Ends

No dia 11 de fevereiro finalmente estreou Deadpool, um filme muito esperado, pelo menos por mim.
Não sou a super entendida dos quadrinhos, mas conheço um pouco do personagem já há algum tempo e, após a representação porca feita em X-Men Origens: Wolverine, estava ansiosa para vê-lo de verdade nos cinemas. Que o Gambit seja bom! Por favor, que o Gambit também seja bom!


Pra quem não conhece, o filme conta a história de Wade Wilson (Ryan Reynolds), um mercenário sem muitos escrúpulos, que é diagnosticado com câncer e aceita uma proposta suspeita para participar de um experimento que poderia lhe curar e dar super poderes (alô arma X!). Wade consegue sobreviver às diversas torturas as quais é submetido e finalmente ativa seu gene mutante, que lhe confere uma regeneração acima do normal até mesmo para mutantes. Apesar de conseguir se curar, Wade fica com cara de abacate o rosto e corpo cheio de marcas e resolve ir atrás de Ajax/Francis (Ed Skrein), o homem que o torturou, para que conserte sua aparência. O vilão por sua vez rapta a namorada de Wade, Vanessa (Morena Baccarin), despertando ainda mais sua zoeira fúria.


Tudo isso já era possível saber apenas vendo os trailers. O filme é bastante previsível, principalmente para quem tem acompanhado a divulgação dele ou já conhece um pouco do personagem, é uma história de origem afinal.
Apesar de ser previsível, o filme é muito divertido. A origem de Deadpool não é muito fiel à contada nos quadrinhos (bem, pelo menos a principal), mas o personagem em si é uma das melhores adaptações que já vi. Seja pelos gestos, a violência escrachada, a incapacidade de calar a boca, seu humor incansável e a quebra da quarta parede, o Deadpool do cinema é o Deadpool dos quadrinhos, sem dúvidas! 
Ryan Reynolds está ótimo no papel do mercenário tagarela. A dedicação que ele deu ao filme e ao personagem sem dúvidas valeu a pena, é uma de suas melhores interpretações, super divertido e fiel ao personagem e é possível perceber sua interpretação mesmo debaixo da máscara. É definitivamente o papel da vida dele.


Quanto à questão da violência e palavrões, honestamente não achei o filme tão pesado assim. Tem nudez? Tem. Tem palavrão? Tem demais. Tem gente sendo visivelmente esmagada em uma parede? Tem também! Porém, o clima do filme não deixa isso ser pesado, vemos cenas que sozinhas seriam desconcertantes, seguidas de piadas e todo um clima de humor, isso alivia muito a violência. Já vi outros filmes que tem cenas menos violentas, ou que mostram menos, mas causam muito mais mal-estar por causa de toda ambientação da história (Um Crime Americano é um ótimo exemplo disso).
Mas vale ressaltar, que não é um filme de super herói, como o próprio personagem diz, então se você vai levar uma criança pra assistir saiba o que o espera, nada de falar que o filme é inapropriado depois, hein!

Enfim, Deadpool não surpreende, mas diverte muito, é bem o que eu esperava do filme, humor da zoeira é o que o define. Há piadas boas e piadas mais ou menos, mas o melhor é que o filme sabe rir de si. Piadas com o baixo orçamento, com a Fox e até com o passado obscuro de Ryan Reynolds como herói são os pontos altos pra mim, vale muito a pena ver. Lembrando que isso não é uma crítica, porque eu não tenho certificações para tal, é apenas a minha opinião sobre o filme.

E você, já assistiu? Vai assistir? Comenta aí o que achou e o que espera para o futuro do personagem nos cinemas.

Janeiro em filmes

Sei que estou um pouquinho atrasada, mas correndo ainda dá tempo! Janeiro foi um mês muito confuso e por isso assisti poucos filmes nesse mês, fevereiro está nesse pé também, mas felizmente tem várias estreias legais pra me ajudar a compensar o filme perdido. Alguns foram bem legais e marcantes, então separei os três que mais gostei pra comentar com vocês.

O primeiro da lista é Simplesmente Acontece (Love, Rosie). Sabe, não sou uma super fã de romances ou comédia românticas, mas dependendo do momento eu assisto uns cinco seguidos e me divirto muito. Estava nesse clima quando assisti o filme e me surpreendi bastante porque não esperava grande coisa dele. Quando vi o trailer pareceu pra mim que era a história de um casal de amigos e seus desencontros, e é mais ou menos isso mesmo, mas como sugere o título original do filme a história é muito mais centrada em Rosie (Lily Collins). Nós vemos os acontecimentos da perspectiva dela, e como ela lida com as dificuldades da vida de forma bastante divertida. Alex (Sam Claflin), o melhor amigo de Rosie e seu interesse amoroso, aparece mais esporadicamente e não sabemos exatamente como tem sido seus dias e mudanças, mas toda participação sua tem grande influência na vida de Rosie, é claro.
O filme tem um humor suave e é muito fofo e engraçado, sem contar a trilha sonora que é ótima (tem a versão original de Ragatanga, gente!).  Uma menção honrosa pra Ruby (Jamie Winstone), a melhor amiga de Rosie, que é especialista em frisar como a vida da protagonista é uma completa bagunça. 


Confesso, eu não assisti esse filme no cinema. Eu estava curiosa por ele, vi dando bobeira na internet em alta qualidade e legendado... assisti. Acontece né.
A Garota Dinamarquesa (The Danish Girl) era um filme que eu queria muito assistir por ter visto várias críticas dizendo bem e mal do filme e também pra ver a atuação de Eddie Redmayne hehe.
O filme conta a história de Lili (Eddie Redmayne) que nasceu como Einar Wegener, um pintor dinamarquês e que, ao lado de sua esposa Gerda (Alicia Vikander), passa por sua descoberta como mulher.
A Garota Dinamarquesa é uma cinebiografia bastante delicada que trata bem de um assunto que ainda é confuso pra muita gente. Eu gostei muito do filme, principalmente pelas atuações. Eddie e Alicia dão um show de atuação através de suas expressões, o expectador consegue sentir o conflito pelo qual estão passando só de olhar em seus rostos. Quanto ao roteiro, achei que faltou um pouco da vida antes dessa descoberta, ajudaria a mostrar a estranheza de Lili naquele corpo, pois ela fala muitas vezes que não foi algo repentino e isso não aparece muito no filme De qualquer forma o filme é muito bom, vale a pena.


O terceiro e último filme de que vou falar é Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again). 
Sabe aquele filme que é simples mas te coloca um sorriso no rosto e você termina de assistir com as bochechas doendo e uma expressão de boba alegre? Foi assim que fiquei nesse filme.
Dan (Mark Ruffalo) é um produtor musical que descobriu muitos talentos no passado, mas que após alguns anos entra em uma fase de grande declínio. Um dia, após ser demitido de sua própria produtora ele vai à um bar e vê uma apresentação de Gretta (Keira Knightley), uma jovem britânica muito talentosa que foi à Nova York para acompanhar o namorado (Adam Levine), um cantor em ascensão, e acabou de levar um fora dele. Dan convence Gretta de que ela deve ir à sua produtora, mas o co-fundador da empresa não vê tanto talento na garota. Não derrotados, Dan e Gretta se juntam a estudantes de música e cantores de rua para gravar um álbum em diversas locações na cidade de Nova York.
O filme é bastante simples e muito gostoso de assistir. Ele mostra alguns exemplos de como a vida pode ser sacana conosco, mas que também não devemos desistir dos nossos sonhos e convicções por causa disso. E que a música melhora tudo! A química entre os protagonistas é muito legal de ver, principalmente pelo filme não ser um romance, tem locações e sequências maravilhosas e a cena dos dois passeando por Nova York com fones de ouvido é a coisa mais linda. Como bônus tem a Keira cantando quase todas as músicas da trilha sonora, com uma voz super suave e linda. 


Esses foram os três filmes que mais gostei de assistir em janeiro. Logo, logo tem mais.
Já assistiu algum deles? Conta aí o que achou.

Bloco Unidos da Netflix

De repente, assim do nada, me deu vontade de escrever. Sei lá porque, então resolvi voltar. Na verdade, já queria isso há muito tempo, mas sempre adiava por muitos motivos.... Bem, não quero adiar mais.

O ano ainda está relativamente no começo, em pré feriado então é uma boa hora pra tentar de novo. Pensando nisso, eu decidi fazer uma pequena lista de coisas pra fazer nessa carnaval, para os não foliões hehe .

Netflix!


A opção mais fácil. É uma época perfeita pra colocar aquela série em dia, ver filmes que estão na listinha há muito tempo e até fazer maratonas, seja de séries ou de filmes com sequências. Pra quem não usa Netflix vale ir ao cinema, alugar (se na sua cidade ainda existir uma locadora) ou até mesmo procurar pela internet xD

Recomendo: White Collar, Friends, How I Met Your Mother e Downton Abbey.
Séries pra se divertir, levinhas e muito boas de ver.

Leia bons livros.


Tantos na estante e nenhum tempo pra ler. É a época perfeita pra pegar aquele livro que você sabe que não vai largar quando começar, dias e mais dias em um mundo novinho e folha.

Recomendo: Fangirl e Como eu Era Antes de Você.
O primeiro é bem levinho e fácil de ler, pra quem gosta de histórias que te deixam feliz. O segundo, porque fiquei muito empolgada com o trailer do filme que saiu esses dias, e porque o livro é ótimo também, muito emocionante.

Faça turismo.


Tudo bem que muitos lugares ficam fechados para o feriado, mas alguns não, então aproveite pra ir conhecer, e nem precisa viajar pra isso! Muitas vezes não conhecemos muitos lugares que ficam na nossa cidade natal, museus, parques, lugares históricos. É sempre bom, você aproveita e ainda pode aprender algo.

Recomendo (em Santos): passeios de escuna (tá, esse é cheio de gente), Orquidário e Museu do Café.

Aprenda algo novo.


Pode ser fazer um prato diferente se você gosta de cozinhar. Ou começar a estudar alguma língua, fazer um artesanato, um D.I.Y aleatório, jardinagem, todas essas coisas que nós queremos fazer e não temos tempo no dia a dia.

Jogue videogame.


Uma ótima atividade que pode ser feita sozinho ou em companhia. Um campeonato é uma ótima pedida! Se você não tem videogame e não gosta de jogar online (e nem dinheiro pra comprar um rsrs), emuladores são muito úteis. Um levinho de videogame que tem vérios jogos legais é o Project 64, que é um emulador do Nintendo 64.

Recomendo: Mario Kart. Dá pra jogar sozinho ou com os amigos, é divertido e você pode jogar casualmente algumas partidas ou completar todas as pistas.
Pra quem quer mais desafio, eu recomendo The Legend of Zelda - Ocarina of the Time, isso te prende pra sempre hahaha.

Coloque sua vida em dia.


Não é exatamente algo divertido pra se fazer em um feriado, mas é válido. Arrumar seu armário, dar banho no cachorro (faça isso mais que uma vez no ano, por favor! u.u), separar roupas pra doação, pintar uma parede, arrumar a pia da cozinha...essas tarefas que precisamos fazer mas vamos adiando mais e mais.

Tire um tempo pra si.


Algumas vezes precisamos de um tempinho pra parar e refletir sobre a vida, sobre o que queremos pro futuro (mesmo que seja só sobre a semana que vem). Então é uma boa época pra fazer isso, talvez meditar, ir caminhar e pensar na vida, fazer uma lista de coisas que você precisar organizar ou quer realizar, um auto spa. Alguns exercícios também fazem bem, talvez seja uma boa hora pra começar um novo bom hábito.

Essas foram algumas dicas de coisas que eu pretendo fazer nesse carnaval. Espero que aproveitem e bom feriado!

Guilty Pleasures: Show de talentos

Aproveitando que é domingo, dia de passar horas e horas ociosas (geralmente na frente da televisão) eu resolvi falar sobre um dos meus passatempos pra quando preciso me distrair ou simplesmente procrastinar rsrs.

Shows de talento! Pode ser um programa com jurados ou até na pegada dos reality shows mesmo, eu adoro assistir essas coisas. Lembro que fiquei animada quando a Hazel Grace (A Culpa das Estrelas) fala sobre assistir temporadas de American's Next Top Model hahaha.

Mas o que eu gosto mais são os musicais, The Voice, Got Talents, X Factor, Idols...até mesmo coisas como The Next Pussy Cat Doll (sim, eu assisti isso, e só pra variar a menina pra quem eu torcia perdeu), todos esses eu acho um ótimo passatempo. Explico agora porque.
Apesar de ter muita gente ruim e sem noção (que é até divertido de ver), tem muita gente boa que mesmo quando ganham nós não conhecemos. É uma ótima opção pra quando a gente não quer pensar em qual música ouvir, ou quer gêneros diferentes. Ouvimos muitas vozes legais e conhecemos muitas músicas novas e versões diferentes de músicas já conhecidas.

Como exemplo eu vou deixar aqui o vídeo de um casal que participou (e ganhou) do X Factor USA 2013. Eles fizeram uma versão MUITO legal de Toxic, da Britney Spears, além da música ter ficado gostosa de ouvir o casal é super fofo, dá gosto de ver.
Confere aí!


E aí me conta, você assiste algum desses programas? Dessa galera que saiu dos shows de talento, qual deles você mais gosta?
Se ainda não conhece eu recomendo, é muito legal mesmo!

20 anos de F.R.I.E.N.D.S

Há 20 anos (e um dia) estreava na NBC Friends, uma série que marcou muitas gerações.
Há 20 anos atrás, eu tinha apenas quatro aninhos, e com certeza não assistia Friends, mas alguns anos mais tarde, lá pela sua 6ª temporada a série iria me cativar e se transformar em uma das minhas preferidas até hoje (se não for a preferida, é bem capaz que seja rs).

Sabe aquela série que em nenhuma temporada te decepciona? Que você consegue ver e rever dezenas de vezes e ainda rir e se emocionar? Pra mim Friends é assim.

Personagens bem construídos com arquétipos muito divertidos e que não ficam batidos nunca, situações inusitadas e algumas outras bem possíveis (sério, já vi coisas muito parecidas acontecerem), cenário agradável, roteiro maravilhoso... tem muita coisa boa pra falar da série, que trata de forma simples a amizade e o amadurecimento de um grupo.


O mais legal de Frindes é que você pode simplesmente rir das piadas ou aproveitar as coisas que esse grupo tem pra ensinar. Todos os personagens passam por mudanças muito grandes em suas vidas sem deixar de ser eles mesmos, primeiro emprego, coração partido, ser demitido... todos passamos por coisas como essas e precisamos aprender a lidar com as mudanças, e esses amigos mostram um lado divertido dos apertos da vida.

Dois bônus são as fotos muito divertidas que o grupo de atores tiravam para divulgação da série e a música de abertura que representa bem aquela coisa da amizade e amadurecimento que eu falei lá em cima, icônica!


O vídeo tá meio ruizinho, mas tem a música completa e muitas cenas! =)

3 filmes em 2014

Neste ano assisti muitos filmes, e também dormi na maioria deles, quase um por dia e às vezes mais que isso. Por isso mesmo acabei por desistir do desafio dos 52 filmes, um por semana. Em algumas semanas via uns quatro filmes bacanas sobre os quais queria escrever e em outros não se salvava unzinho.
Então eu resolvi agora só falar dos que realmente gostei. E hoje separei três da minha lista de favoritos desse ano.

O primeiro (também um dos primeiros que assisti esse ano) é About Time (Questão de Tempo). Eu nem sei direito por onde começar. Um filme simples com um roteiro excelente, atuações maravilhosas, é delicado e bem humorado mesmo nas situações mais dramáticas.
O filme conta a história de Tim, que ao completar 21 anos descobre que os homens de sua família são capazes de voltar no tempo.
Esse é o único elemento fantástico no filme que é muito realista apesar desse "poder" do protagonista. É uma ideia muito simples e cativante, afinal quem nunca desejou voltar no tempo pra refazer algo que saiu errado, reviver um bom momento ou até compensar um arrependimento?
Vemos o protagonista, interpretado brilhantemente por Domhnall Gleeson (o Gui/Bill de Harry Potter), revirando diversas vezes seu passado para ajudar a si mesmo e a outros a terem um futuro melhor. Mas em certos momentos ele percebe que alguns erros devem sim ser cometidos e que certas coisas só se consegue com o tempo, não importa o quanto queremos naquele momento.

É um filme sensível, com diálogos bem trabalhados, as relações são exploradas de maneira muito agradável, é emocionante em muitos níveis.
Difícil é classificá-lo, tem um pouquinho de tudo, drama, comédia, romance e até fantasia...


O segundo filme, The Grand Budapest Hotel (O Grande Hotel Budapeste) é o mais cômico dos três. Com a direção de Wes Anderson, o filme é baseado na obra de um cineasta norte-americano e conta a história da amizade entre Zero (Tony Revolori), um empregado do hotel, e M. Gustave (Ralph Fiennes), o gerente. A história de como Zero se tornou o atual dono do hotel é contada através de um escritor que tem longas conversas com ele (é um inception de histórias).

O filme tem um elenco de grandes nomes com atuações normalmente curtas, mas marcantes, com destaque para um dos protagonistas, interpretado pelo veterano Ralph Fiennes (nosso querido Vocês-Sabem-Quem) que nos mostra mais uma vez sua versatilidade ao interpretar um personagem cômico.
Com um humor incomum, o filme cativa pelo roteiro, pelos personagens e (pelo menos a mim) pela direção de arte muito bem feita, figurinos e cenários, posicionamento de câmeras, cores, tudo muito bem pensado. Recomendadíssimo!



O terceiro e último filme está longe de ser novo e eu já conhecia ele de título e umas coisinhas mais, mas nunca havia parado pra ver. Se trata de Before Sunrise (Antes do Amanhecer), filme de 1995 e primeiro da trilogia que levou 18 anos pra ser finalizada.

O longa é protagonizado por Jesse e Celine (Ethan Hawke e Julie Delpy) que, desconfio eu, não tinham nomes no primeiro filme ou pelo menos não foram citados... não que eu me lembre. É a história de dois jovens, ele norte-americano indo até Vienna e ela francesa voltando para a casa em Paris, que se conhecem em um trem. Os dois começam a conversar e logo sentem uma conexão, então Jesse pede à Celine que desembarque em Viena com ele e o acompanhe durante todo o dia até que ele parta na manhã do dia seguinte.

É simples, mas é muito bom. Ver o filme é como passear junto com o casal por uma bela cidade, acompanhar sua conversa e vê-los se apaixonar. Nada de muito diferente acontece no filme e esse é o bom dele, tudo é trabalhado nos excelentes diálogos (que não são nem um pouco melosos) e nos cenários maravilhosos de Viena. Durante aquele dia eles discutem tudo, o futuro, o passado, as relações com família e outros amores, o rumo que toma o mundo e mesmo vendo os dois sendo tão diferentes, ele cético e ela mais romântica, é possível perceber que foram feitos um pro outro.
Você se identifica com os dois e fica muito ansioso para saber se eles se reencontram depois.



Uma pequena nota: esse filme me lembrou muito um nacional chamado Apenas o Fim, que é feito no mesmo estilo de Antes do Amanhecer, mas ao invés de vermos o primeiro dia do relacionamento do casal, vemos o último dia dele, é muito bom também.

Os três (ou quatro =X) filmes eu recomendo fortemente, são ótimos.

Bem, até a próxima lista! o/

Tá na lista...

Retomando humildemente, quero apenas falar rapidinho de dois filmes.

O fim de 2014 me deixa com boas expectativas cinematográficas por dois motivos: as animações The Book of Life e The Box Trolls.

O primeiro, produzido por Guillhermo del Toro, conta a história de Manolo, um jovem que vem de uma tradicional família de toureiros mas que deseja ser músico. Ele se torna involuntariamente alvo de uma aposta e acaba sendo "enviado" para o mundo dos mortos.
Todo o filme é inspirado na tradição mexicana do Dia dos Mortos, dando um visual muito colorido e rico aos cenários e personagens. As artes conceituais são maravilhosas e imperdíveis!
Apenas uma coisa me desanimou até agora, a tradução brasileira que deu como título do filme Festa no Céu (sem mais comentários).

Fora isso é só expectativa boa. O lançamento está previsto para 16 de outubro deste ano.
Dublagem: Zoe Saldaña (Gamora - Guardians of the Galaxy), Channing Tatum (Duke - G.I. Joe: Retaliation) e Diego Luna (Julio - Elysium)

No site (um pouquinho pesado, mas muito bonito) é possível ver o novo trailer e alguns concepts do filme: http://www.bookoflifemovie.com/


O segundo motivo, The Box Trolls, é uma mistura de stop motion com computação gráfica produzido pela Laika, responsável pelas maravilhosas animações Coraline (2009) e ParaNormam (2012).
O filme conta a história de Eggs, um garoto órfão que é criado por trolls catadores de lixo que são temidos por todos na cidade. Quando um exterminador decide acabar com todos os trolls, Eggs tenta proteger sua família e mostrar a todos que eles não tem o que temer.

A animação é baseada no livro infantil de Alan Snow titulado Here Be Monsters.
O longa conta com dublagens de Isaac Hempstead-Wright (Bran de Game of Trhones), Elle Fanning (Aurora de Maleficent) e Ben Kingsley (Mandarin - Iron Man 2). O lançamento está previsto para dia 26 de setembro deste ano.

O site oficial é bem legal e tem várias atividades, você pode fazer downloads de poster e cases pra celular e até criar seu próprio troll: http://www.theboxtrolls.com/


Não deixem de conferir as artes conceituais de ambos, são lindas!

No ar....

Pois é amigos, mais um blog no ar. Tá cansado de acompanhar tantos blogs inúteis por aí? Poxa, não desiste agora não, quem sabe você gosta do meu.  ^^

Uma prévia sobre o conteúdo: música, cinema, arte, literatura, atualidades, entretenimento, mangás, internet, e muito mais .... tudo o que um bom blog deve ter (ou não), você vê aqui!
Além disso, pretendo falar da minha grande paixão: animação!

Faz já um bom tempo que quero um lugar pra compartilhar minha opinião sobre alguns assuntos e saber o que o pessoal acha sobre tais, por isso montei esse blog.
Não é uma promessa, mas a cada semana pretendo trazer uma resenha sobre um animado interessante, então se você gosta de animação não deixe de conferir!

Quero pedir desculpas a todos pela simplicidade no layout, mas o blog ainda está em teste, logo estaremos com um visual mais agradável, então conto com a compreensão de todos.

Espero que leiam, gostem e comentem!

Obrigada!