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Review: Zootopia

Sou bastante suspeita para falar de animações, principalmente dos estúdios Disney, já que seus filmes fizeram minha infância e adolescência e já até considerei trabalhar com animação. Mas preciso admitir que nos últimos anos a Disney não tem mandado tão bem apesar do óbvio sucesso de Frozen e de eu gostar bastante dos menos famosos Enrolados Rapunzel! É Rapunzel! e Operação Big Hero 6. Felizmente, Zootopia está aí para nos lembrar da magia da antiga Disney, mas de uma forma bastante atual.


Zootopia se passa em uma realidade (não se sabe se alternativa ou futurística) em que os animais evoluíram para seres mais racionais e que são perfeitamente capazes e conviver entre si em sociedade. 


No longa somos apresentados à fofíssima Judy Hopps, uma coelha que cresceu na fazenda com seus pais e muitos irmãos, mas que sonha em se tornar uma policial. De fato, Judy consegue realizar seu sonho e se muda para Zootopia para exercer a profissão, mas lá ela descobre que apesar da cidade oferecer muitas oportunidades à todas as espécies, há ainda muito preconceito, inclusive nela mesma. Isso se mostra verdade quando Judy conhece Nick Wilde, uma raposa trapaceira que há muito tempo deixou de acreditar em uma utopia entre os animais e abraçou o esteriótipo dado às raposas.


Apesar das diferenças, quando Judy e Nick se veem obrigados a trabalhar juntos para resolver um caso, os dois descobrem que há muito mais em comum entre as espécies do que pensavam, mas ainda há diferenças a serem superadas, algo que deixou a trama ainda mais sensível, pois demonstra que seus protagonistas não são perfeitos, mas estão fazendo o possível para melhorar.

Além do roteiro lindo e bem construído, que aborda de maneira muito atual a velha moral do "não julgue um livro pela capa", o longa também tem seu nível de humor muito bem medido, com piadas inteligentes e diversas referências à cultura pop. A animação é um caso à parte, todos os animais (apenas mamíferos apareceram na animação) possuem um nível de detalhamento incrível e, apesar de serem antropomórficos, cada um mantém as características de sua espécie, inclusive na textura e densidade de seus pelos ou seus movimentos em duas patas.


Outra coisa que deve ser citada aqui é dublagem. Honestamente, sou um pouquinho contra a contratação de atores famosos para dublagens quando há tantos dubladores profissionais por aí sem bons projetos, mas marketing é marketing né, e quando o trabalho é bem feito não dá mesmo pra reclamar. É o caso de Zootopia, os personagens principais, Nick e Judy foram dublados por Rodrigo Lombardi, que já havia feito um trabalho ótimo em A Princesa e o Sapo como o príncipe Naveen, e por Mônica Iozzi, que também fez um trabalho ótimo, sem deixar sua voz muito reconhecível e nem muito caricata. Uma menção honrosa para Shakira, interprete das canções e dubladora na versão original da Gazella, ela está ótima, assim como todo elenco!


Resumindo, o filme vale muito a pena. Já está entre os meus preferidos dessa última década, talvez possa soar exagerado, mas eu realmente me encantei pelos temos explorados, pelos personagens cativantes, pela animação linda e muito bem feita. Só amor! 

Agora me contem, já assistiram? O que acharam do filme? Deixem aqui nos comentários!

52 weeks: 8ª semana - Os melhores filmes infantis que já assisti

Mais uma semana, mais um 52 weeks e....Uau! Essa semana foi difícil, com certeza o tema mais difícil de escolher até então.
Eu confesso que fiquei muito tentada a colocar várias animações aqui, mas daí eu parava e pensava "tá, mas isso não é exatamente infantil" e então partia pra outra opção, afinal não é só porque é animação que significa que o filme é para crianças, certo? Então depois disso comecei a fazer pesquisas pra me lembrar das animações que já vi e acabei com mais de dez abas de filmes que quero ver abertas. No fim resolvi colocar só o que fui lembrando, quando finalmente consegui um top 15 fiquei naquela dúvida se o filme era realmente bom ou se eu só gostava mesmo (a diferença nesse caso pode ser gritante rsrs). Enfim, deu pra sentir o drama, né? Mas vamos lá.

1. Up- Altas Aventuras (Up - 2009)

A história do velhinho rabugento que foge para seu lugar dos sonhos com sua casa presa a balões de hélio, e é "seguido" por um garotinho escoteiro que fala muito. O filme é totalmente amorzinho, com um começo triste, porém lindo, e lições maravilhosas. Você assiste aos primeiro minutos e já se apaixona, não tem como não gostar!


2. Toy Story 1, 2 e 3 (sim, eu já estou roubando haha) (Toy Story - 1995/1999/2010)

Toy Story cresceu com a gente (bem, pelo menos o Andy cresceu), ele fala de amizade, ciúme, insegurança, abandono, é divertido e cheio de referências a filmes clássicos e no fim ainda nos ajuda a lidar com o desapego. Cada filme é uma etapa da vida de Andy e de seus brinquedos, finalizando com o adeus cinematográfico que mais doeu no meu coração e que ao mesmo tempo me deixou feliz. Já fiz resenhas de Toy Story e Toy Story 2 para quem se interessar, ainda estou devendo a terceira, mas um dia sai xD


3. Como Treinar Seu Dragão (How To Train Your Dragon - 2010)

Tenho um caso de amor com esse filme. Eu demorei séculos para assistir, mas fiquei sonhando com um amigo/bicho de estimação como o Banguela, quem nunca né? Além disso, o filmes nos ensina a tentar olhar mais as coisas pela perspectiva dos outros, e que uma grande amizade pode nascer entre as criaturas mais improváveis, e deve ser respeitada.
A continuação também é muito boa e linda demais, vale totalmente a pena.


4. O Pequeno Príncipe (Le Petit Prince - 2015)

O filme baseado no livro mais amor de todos os tempos. Como poderia ficar de fora? Não poderia!
A melhor parte pra mim é que não foi uma adaptação completamente literal. O filme introduz novos personagens sem mexer a história original e como bônus é visualmente incrível, misturando stop-motion com animação digital.


5. Snoopy e Charlie Brow: Peanuts, O Filme (The Peanuts Movie - 2016)

Porque é o Snoopy e Snoopy é amor e sarcasmo, preciso dizer mais?
Ok, dá pra dizer mais. O filme é fofo, cheio de sacadinhas legais, com uma amizade linda, com uma estética ainda mais linda e deixa o seu coração feliz. Apenas assistam, ok?


6. Fievel, Um Conto Americano (An American Tail - 1986)

Esse filme é mais velho que a minha mãe gente! Tá, mentira, mas é mais velho que eu, e isso não é tão pouca coisa assim hahaha.
Fievel é um ratinho que vive na Rússia com sua família, mas sempre são ameaçados por gatos malvados. Um dia, apóes perderam sua casa, a família resolve partir para a América, onde há a promessa de uma vida livre dos tão temidos gatos não existem gatos na América, só há queijo pelo chão!, mas no caminho Fievel se separa de sua família. A partir daí ele precisa descobrir como se virar sozinho, faz novos amigos, viver na América e encontrar sua família.... é muito fofinho! *-*


7. O Gigante de Ferro (The Iron Giant - 1999)

Esse filme é maravilhoso. Com uma estética não tão agradável quantos os clássicos fofinhos que vemos para crianças, o filme tem uma mensagem muito legal sobre amizade e tolerância. Ele narra a história de Hogarth, um garoto sem muitos amigos que encontra um robô cheio de sentimentos e sem muito lugar no mundo.


8. Todos os Cães Merecem o Céu (All Dogs Go to Heaven - 1989)

Outra velharia, o filme conta a história de Charlie, um pastor alemão nada honesto e amigável que é traído por seu sócio e bem...ele morre, é... ele morre. Mas tudo bem. porque Charlie trapaceia e consegue mais uma oportunidade para voltar à Terra e, quem sabe, se tornar um cão melhor (isso me lembra muito Yu-Yu Hakusho). É um filme muito bonitinho, com uma trama adulta mas contada de forma leve, ótimo para crianças.


9. Wall.e (Wall.e - 2008)

Porque nós temos que proteger o planeta gente!
Wall.e fala de um assunto batido (que nunca é demais falar mais) de forma muito diferente e encantadora, mostrando o amor entre um robozinho de limpeza tímido lata velha que eu queria na minha casa e uma robô de alta tecnologia essa é briguenta, não mexe com ela.


10. A Família do Futuro (Meet the Robinsons - 2007)

Lewis é um órfão muito inteligente que não teve muita sorte em encontrar uma nova família. Um dia, determinado a descobrir quem é sua mãe e o porquê de ter sido abandonado, Lewis cria um scanner de memória para sua feira de ciências, nessa ocasião, ele encontra um menino que diz ter vindo do futuro para proteger o scanner que está prestes a ser roubado, e assim os dois vão para o futuro.
Dizer mais é cortar a surpresa do filme, como ele não é tão popular vou deixar assim pra quem quiser assistir. Basta dizer que o filme é divertido e muito fofinho, vale a pena assistir.


E você que chegou ao final desse post, sim, você contou certo, foram 10 filmes. Eu disse que foi difícil escolher. Eu não coloquei nenhuma animação 2D da Disney porque quero fazer um post especialmente para esse tema, embora ache que terei que fazer um melhor de 30, mas penso nisso depois haha,
Mas conta aí, já viu todos esses? Ficou com vontade de ver ou rever algum? Vou adorar saber sua lista de animações infantis favoritas.

Tá na lista...

Retomando humildemente, quero apenas falar rapidinho de dois filmes.

O fim de 2014 me deixa com boas expectativas cinematográficas por dois motivos: as animações The Book of Life e The Box Trolls.

O primeiro, produzido por Guillhermo del Toro, conta a história de Manolo, um jovem que vem de uma tradicional família de toureiros mas que deseja ser músico. Ele se torna involuntariamente alvo de uma aposta e acaba sendo "enviado" para o mundo dos mortos.
Todo o filme é inspirado na tradição mexicana do Dia dos Mortos, dando um visual muito colorido e rico aos cenários e personagens. As artes conceituais são maravilhosas e imperdíveis!
Apenas uma coisa me desanimou até agora, a tradução brasileira que deu como título do filme Festa no Céu (sem mais comentários).

Fora isso é só expectativa boa. O lançamento está previsto para 16 de outubro deste ano.
Dublagem: Zoe Saldaña (Gamora - Guardians of the Galaxy), Channing Tatum (Duke - G.I. Joe: Retaliation) e Diego Luna (Julio - Elysium)

No site (um pouquinho pesado, mas muito bonito) é possível ver o novo trailer e alguns concepts do filme: http://www.bookoflifemovie.com/


O segundo motivo, The Box Trolls, é uma mistura de stop motion com computação gráfica produzido pela Laika, responsável pelas maravilhosas animações Coraline (2009) e ParaNormam (2012).
O filme conta a história de Eggs, um garoto órfão que é criado por trolls catadores de lixo que são temidos por todos na cidade. Quando um exterminador decide acabar com todos os trolls, Eggs tenta proteger sua família e mostrar a todos que eles não tem o que temer.

A animação é baseada no livro infantil de Alan Snow titulado Here Be Monsters.
O longa conta com dublagens de Isaac Hempstead-Wright (Bran de Game of Trhones), Elle Fanning (Aurora de Maleficent) e Ben Kingsley (Mandarin - Iron Man 2). O lançamento está previsto para dia 26 de setembro deste ano.

O site oficial é bem legal e tem várias atividades, você pode fazer downloads de poster e cases pra celular e até criar seu próprio troll: http://www.theboxtrolls.com/


Não deixem de conferir as artes conceituais de ambos, são lindas!

Toy Story 2

Com 4 anos passados desde o sucesso do filme original, Toy Story 2 impressiona mais uma vez pela evolução dos gráficos, mas a Pixar deixou claro que fazer um filme visualmente belo não era a única intenção.

Passado algum tempo após a aventura do primeiro filme voltamos ao quarto do Andy, que agora está com um clima mais leve já que a rixa entre Buzz e Woody deu lugar a uma grande amizade e parceria na "liderança" dos brinquedos.

Woody está muito ansioso com o Acampamento Cowboy, uma ótima oportunidade para passar um tempo sozinho com Andy, mas às vésperas da viagem durante uma brincadeira (morte pelos macacos!) Andy acidentalmente causa um rasgo no braço de Woody e resolve deixá-lo em casa.

Desapontado, Woody novamente teme ser deixado para trás chegando a ter pesadelos com isso (idéia reutilizada do primeiro filme). Ao tentar salvar outro brinquedo de uma venda de usados, o pinguim Wheezy, Woody acaba sendo raptado por Al, um colecionador de brinquedos extremamente ganancioso.

Enquanto tenta escapar o cowboy conhece um pouco sobre sua história, ele descobre que é um boneco do personagem principal de um programa de Tv dos anos 1950, o Rodeio do Woody, que foi cancelado quando começou a corrida espacial. Agora ele é um boneco raro e muito valioso do xerife Woody que será vendido para um museu de Tóquio.
Na casa de Al, Woody conhece seus companheiros de show, o doce cavalo Bala no Alvo (cavalo-cão né =P), a hiperativa cowgirl Jessie e o mineiro Pete Fedido.
Ao conhecer um pouco da história de Jessie, Woody se vê em um dilema: ser admirado por milhares de crianças para sempre, mas nunca ser amado novamente, ou voltar para Andy e correr o risco de ser esquecido conforme o garoto vai crescendo.

Tudo isso mesclado é claro com cenas hilárias de Buzz liderando uma busca com os outros brinquedos.
Toy Story 2 é ousado e delicado como o primeiro. Com cenas de ação mais abrangentes, novas tecnologias e um roteiro bastante simples mas que novamente tem um conflito pesado, o medo de ser abandonado e a dúvida entre uma vida completa que dure pouco ou uma eternidade segura, porém vazia.

A presença dos três novos personagens é fundamental para representar todos os tipos de sentimentos que podem ser vividos por esses brinquedos. Há o Bala no Alvo que se sente sozinho e está ansioso para voltar a brincar com uma criança, Jessie, que foi ferida pelo abandono (o grande medo de Woody) e teme viver esse sentimento novamente, Pete que passou pela frustração de nunca ter sido vendido e nunca ter sido amado por alguém e o próprio Woddy, que ainda tem uma criança mas teme o que está por vir.


Os outros personagens ganham espaço em cenas mais movimentadas e bem humoradas como na maravilhosa cena na qual Buzz encontra uma cópia dele mesmo que ainda pensa ser um patrulheiro espacial (ele pode até se sentir o Buzz do futuro [ou presente, sei lá] encontrando o Buzz do passado). Há também o encontro com a sessão das Barbies e com o arqui-inimigo de Buzz, o imperador do mal Zurg!

E por falar nisso, é bom lembrar que Toy Story 2 é um filme cheio de referências a vários outros filmes clássicos como Superman, O Exorcista, Star Trek, 2001- Uma Odisséia no Espaço, Star Wars e muitos outros. E todas elas feitas de maneira natural e muito divertida.


Agora, sobre o Buzz, é legal ver como a descoberta de que é um brinquedo mudou a sua personalidade (coisa que não temos muito tempo de notar no primeiro Toy Story). Ele apesar de manter sua boa postura na liderança dividida com Woody, está bem mais solto, realmente preocupado com o bem estar dos brinquedos e de Andy. Prova disso é o momento em que ele conversa com Woody sobre a razão deles existirem e "toca a real" para o cowboy de que ele é um brinquedo, o brinquedo de Andy, invertendo os papéis dos dois no segundo filme, já que agora é Buzz quem está com a cabeça no lugar.

Apesar de tudo isso não perdemos as cenas cômicas de Buzz (ou de seu clone) se achando o patrulheiro espacial (ou o Luke Skywalker =X)

Uma das partes mais emocionantes do filme é a cena em que Jessie conta sua história através da música Quando Eu Era Amada que mostra a relação de amor com sua dona e como ela é aos poucos deixada de lado. (parte legal também porque é uma das únicas cenas em que ela está calada ¬¬)
A trilha sonora fica novamente a cargo de Randy Newman com a bela composição de When She Loved Me (vencedor do Grammy de Melhor Canção) e Woody's Roundup.

A dublagem brasileira continua excelente, apenas com algumas mudanças como Marco Ribeiro dublando Woody, dessa vez desde a versão original pra cinema no lugar de Alexandre Lippiani, falecido em um acidente de carro (há pouca diferença na verdade porque Marco Ribeiro deu um tom à voz de Woody bem parecida com a original). E Alfredo Martins como o Sr. Cabeça de Bata, dando um tom mais ameno ao rabugento tubérculo, o que até combinou já que ele está mais feliz agora que se casou (eu sou um tubérculo casado!)

Há quem diga que Toy Story 2 é melhor que o primeiro, eu também achei isso quando assisti a primeira vez no cinema, hoje já não acho mais (seria culpa dos meus poucos nove aninhos de vida?). O filme é tecnicamente melhor que o primeiro, isso sem dúvida alguma, é mais engraçado, mais ousado e pode até ser considerado mais leve já que o protagonista agora não sofre com conflitos que possam afetar a sua moral (pelo contrário, Woddy acaba se tornando cada vez mais carismático). Mas o primeiro filme ainda tem um sabor mais especial em diversos aspectos (mas isso é só a minha opinião).

De qualquer maneira, o filme é recomendável para todas as idades, todas a gerações e todos os gostos. Portanto, divirtam-se. ;*


Download da trilha sonora aqui: 2D Disney Music!
Para mais informações sobre ficha técnica e posters bem legais visite Tags Disney, créditos ao site pelos posters do filme ;P

(Imagens retiradas do Google, se você é o autor, por favor me avise para que eu possa creditá-las ;])

Toy Story

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Aproveitando o lançamento (apesar de já estar quase saindo de cartaz) do terceiro filme da série Toy Story, resolvi fazer aqui alguns comentários sobre essa trilogia maravilhosa, em três partes. =)

Toy Story é considerado o primeiro longa metragem de animação feito totalmente em computação gráfica, apesar de haver controvérsias e muitos afirmarem que a produção brasileira Cassiopéia foi a primeira.
Toy Story foi lançado em 1995, produzido pela Pixar e distribuído pela Walt Disney sendo a primeira parceria entre os dois estúdios.

O filme conta a história dos brinquedos de um menino de oito anos chamado Andy. Quando nenhum humano está por perto os brinquedos (e não só os do garoto), ganham vida. Liderados por Woody, o boneco cowboy, todos os brinquedos do quarto de Andy vivem em comunidade e em perfeita harmonia, porém, há algo que coloca medo em todos eles: brinquedos novos. Com o aniversário de Andy antecipado os brinquedos entram em pânico, pois não querem ser substituídos. O temor deles acaba se transformando em realidade para Woody que, com a chegada do boneco de ação Buzz Lightyear, um patrulheiro espacial, se vê trocado não só por Andy, mas até pelos outros brinquedos. Buzz acaba conquistando involuntariamente o respeito dos brinquedos e o carinho do menino, porém, o boneco tem um pequeno problema que talvez possa ser entendido como um defeito de fábrica. Ele realmente pensa que é um patrulheiro espacial e ingenuamente tenta consertar sua nave de papelão para retornar ao seu planeta natal.

O fato de Buzz não ligar para a atenção recebida irrita muito Woody, pois o amor de Andy era tudo para o boneco. Em uma de suas crises de ciúme Woody acaba provocando um acidente que faz Buzz cair pela janela, e agora ele deve trazer o patrulheiro de volta para o quarto de Andy para que possa ser perdoado por seus colegas e para não se tornar um brinquedo perdido, pois a família do garoto está prestes a se mudar.

Para piorar um pouco a situação os dois bonecos vão parar na casa do psicopata mirim Sid, um garoto que adora torturar brinquedos. No meio dessa jornada Buzz acaba finalmente percebendo que na verdade não passa de um brinquedo e, tendo que lidar com isso, começa a ver as coisas pela perspectiva de Woody e aos poucos nasce a improvável amizade com o cowboy.

Toy Story foi um enorme sucesso de bilheteria, a maior do ano nos EUA e recebeu indicações para vários prêmios. Um atrativo já bastaria para isso, um filme totalmente feito em computação gráfica (e muito bem feito pra época), era algo novo que todos queriam ver. Porém, isso é o que menos chama a atenção em Toy Story. A idéia do filme é extremamente simples e genial ao mesmo tempo: animar algo realmente inanimado.

Toda criança sempre quis que seu boneco andasse e falasse sozinho e Toy Story tornou o sonho das crianças (e dos adultos também) em realidade. Mas o filme não trata apenas de bonecos andando para as crianças verem, o coração colocado na história foi o que realmente arrebatou o público, a começar por Woody. 
O boneco que no início era o cara bonzinho que todo mundo curte acaba tendo algumas atitudes bem egoístas e poderia ser até mal visto pelo público, mas a sensibilidade colocada no personagem acaba nos fazendo entender os sentimentos dele, o ciúme e principalmente o medo de não fazer mais parte da vida do garoto que lhe deu vida.

Temos também o Buzz que no inicio é um personagem bastante aéreo e alheio à realidade, no meio do filme acaba perdendo seu chão ao descobrir que tudo aquilo em que acreditava não passava de uma ilusão, tendo que se adaptar à recém descoberta condição de brinquedo para sobreviver.
Os brinquedos de Toy Story

Neste primeiro filme temos como foco as vidas e visões dos protagonistas Woody e Buzz, mas os coadjuvantes também merecem destaque. Fazendo uma bela referência a brinquedos clássicos a Pixar deu vida ao rabugento Sr. Cabeça de Batata, sempre com seus comentários pertinentes (ou não) e à Slink, o fiel cão-mola grande amigo de Woody. Devemos citar também o atrapalhado (e muito empolgado) Rex e o bem humorado Porquinho que trazem um sutil alívio cômico para todos os sentimentos complexos vividos durante a história.


Outro personagem que merece destaque é Sid. Não sei se podemos dizer exatamente que ele é o vilão do filme (tá, podemos sim), mas a idéia de um menino destruidor de brinquedos é genial, afinal estamos falando da vida dos brinquedos então, além de ser trocado ou jogado fora, o que mais um brinquedo pode temer? Ser explodido talvez. E nisso Sid é mestre.



Separei aqui uma cena que pra mim é a melhor do filme, quando Woody lidera os brinquedos mutantes de Sid para dar um susto no garoto, transformando o grande sonho das crianças de ver seus brinquedos andando no pior pesadelo de Sid.


Alguém aí sentiu um clima Chuck nessa cena?

Outra cena que eu separei foi a parte em que toca a música Coisas Estranhas. Escolhi porque adoro a música, mas também porque ela exprime bem os sentimentos do Woody com relação ao Andy, Buzz e aos outros brinquedos, o sentimento de perda e estranheza em seu próprio lar.


Esse filme foi feito para ficar na história, seja pelo título de primeiro longa de animação totalmente feito em computação gráfica, seja pela ideia fantástica ou ainda pela maneira mais fantástica como o trabalho foi executado. Um filme emocionante que definitivamente não foi feito só para crianças.

Dele podemos tirar várias lições sobre amizade, crescimento e perda. Pra quem quiser viajar um pouquinho mais dá até pra fazer uma analogia entre Woody e Buzz, 2D e 3D. O velho conhecido estranhando o novo e mais moderno, com medo da substituição, mas no fim os dois acabam por se completarem.

Toy Story é lindo, sensível, divertido, inovador, criativo e simples. Nos passa a (triste) ideia de que um dia todos seremos substituídos, mas eu até lá podemos fazer o melhor com o tempo que nos resta. Está recomendado!
Quero também deixar uma notinha sobre a equipe de dublagem brasileira que é sensacional. Com Guilherme Briggs e Marco Ribeiro fazendo as vozes de Buzz e Woody respectivamente (na versão para DVD, pois na versão pra cinema Woody foi interpretado por Alexandre Lippiani), um trabalho maravilhoso liderado pelo diretor de dublagem (e também dublador) Garcia Neto.

Os dubladores Guilherme Briggs e Marco Ribeiro
A trilha sonora fica por conta de Randy Newman que fez a trilha de outros filmes Pixar como Procurando Nemo, Monstros S.A. e Vida de Inseto. Em português as músicas foram interpretadas por Zé da Viola.
A trilha sonora você pode baixar aqui: 2D Disney Music!

Antes de ir só mais uma coisinha (é, eu sei que ficou grande). Eu sei que muita gente diz que o Woody se parece muito com o Tom Hanks porque foi inspirado nele já que é ele quem faz a voz no original e tal.... tá, mas eu sempre achei que o Woody se parece muito mais com o Jim Carrey. Será que só eu acho isso? Eu sei que pode ser confundível pela voz porque o dublador que faz a voz do Tom Hanks e do Jim Carrey aqui no Brasil é o mesmo, o Marco Ribeiro, e é ele quem dubla o Woody, mas não é só isso de semelhança não. O formato da cabeça, as bochechas redondas, as bocas estranhas e até o jeito desengonçado de andar... pra mim é tudo igualzinho ao Jim Carrey (xD). Enfim, deixem suas opiniões aí e até Toy Story 2. o/

Ao infinito e além!
(Imagens retiradas do Google, se você é o autor, por favor me avise para que eu possa creditá-las ;])

Resenha - O Corcunda de Notre Dame

O Corcunda de Notre Dame, 34º longa de animação da Disney, foi inspirado na obra Notre Dame de Paris do escritor francês Victor Hugo.


Breve Resumo: Quasímodo, o gentil  sineiro da catedral de Notre Dame, passou toda sua vida na torre da catedral  isolado sendo apenas visitado por seu guardião, o juiz Claude Frollo. Porém, Quasímodo sonha em sair da torre e conhecer a cidade e as pessoas. Um dia, durante o Festival dos Tolos, ele se arrisca à um passeio e acidentalmente acaba se tornando o rei do festival, pois eles elegem a máscara mais feia da cidade. Quando todos lá percebem que a máscara é na verdade o rosto de Quasímodo a multidão se mostra cruel, mas o sineiro é defendido pela jovem cigana Esmeralda. A partir daí nasce uma amizade entre os dois e Quasímodo tem que lutar contra seu protetor para defender sua nova amiga, sua liberdade e a cidade que tanto ama.

O Corcunda de Notre Dame, lançado em 1996, é possivelmente um dos longas de animação Disney mais polêmicos já feitos por tratar de temas muito fortes como infanticídio, obsessão sexual, hipocrisia religiosa, desigualdade social, entre outros. Apesar disso, o filme fez razoável sucesso em seu lançamento, mas longe de lucrar tanto quanto os sucessos anteriores da Disney.

O filme foi dirigido por Kirk Wise e Gary Trousdale (ambos trabalharam em A Bela e a Fera) e produzido por Don Hahn (produtor de O Rei Leão) e conta com a trilha sonora de Alan Menken e Stephen Schwartz. A trilha sonora de OCDND foi considerada por críticos como o melhor trabalho de Alan Menken na Disney, que foi responsável pela trilha sonora de filmes como A Pequena Sereia, Pocahontas, Aladdin e Hércules.
Catedral de Notre Dame

Os artistas da Disney foram até Paris para visitar a catedral de Notre Dame a fim de fazer com que o design das construções no filme ficassem fiéis aos prédios de Paris, trabalho este que foi muito bem executado.
Parte dessa arquitetura são as gárgulas, amigas de Quasímodo no filme. Victor, Hugo (homenagem ao autor do livro) e Laverne (cantora do grupo Andrews Sisters) foram criados para dar voz aos sentimentos de Quasímodo já que, segundo comentários do diretor e produtores, as gárgulas só poderiam existir na imaginação do sineiro.

As críticas e opiniões sobre o filme até hoje são muito controversas, há os que adoram por ser um dos melhores roteiros, e outros não gostam por ser um filme adulto demais ou até mesmo por não concordarem com as adaptações feitas pelo estúdio para tornar a história um pouco mais leve.

Pra quem não leu o livro aqui vai algumas das modificações feitas: Quasímodo, no clássico era um homem retraído e até mesmo considerado uma pessoa quase irracional, muito diferente do doce e gentil sineiro da Disney. Fora isso, Quasí era surdo, o que o tornava mais carrancudo ainda. Frollo "mudou" de profissão, para aliviar a crítica sobre a igreja feita no livro o arcebispo se tornou um juiz eclesiástico. Phoebus, de capitão mulherengo passou a salvador da pátria disputando o amor de Esmeralda com Quasímodo (a primeira disputa de dois heróis pelo amor da donzela na Disney). A personalidade de Esmeralda também foi modificada, já que algumas vezes ela parece ter medo de Quasímodo.

Há quem diga também que Frollo no livro não era exatamente um vilão e sim uma pessoa perturbada oscilando entre o dever e o desejo pela cigana.

Mesmo com duras críticas, o filme arrecadou um bom número de indicações a prêmios, entre elas a inexplicável indicação ao Framboesa de Ouro por Pior Roteiro de Filmes que arrecadaram mais de 100 milhões de doláres. Apesar disso o filme levou o Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora.

Além da trilha sonora, devemos destacar também o excelente trabalho de dublagem tanto nas falas quanto nas músicas. Interpretações únicas foram dadas às canções e algumas dublagens (no original) de filmes anteriores da Disney foram reutilizadas por causa do ótimo trabalho feito.


Dublagem Original
* Quasímodo - (Tom Hulce)
* Esmeralda - (Demi Moore / Heidi Mollenhauer [canções])
* Claude Frollo - (Tony Jay)
* Phoebus - (Kevin Kline)
* Clopin - (Paul Kandel)

Dublagem Brasiliera
* Quasímodo - (Marcelo Coutinho)
* Esmeralda - ( Mônica Rossi / Rosana Fiengo [canções])
* Claude Frollo - (Leonardo José  / Rodrigo Esteves [canções])
* Phoebus - (Dário de Castro)
* Clopin - (Claúdio Galvan)

Invasores: Neste filme, um dos visitantes serve de pequena homenagem a Kirk Wise, Gary Trousdale e Don Hahn (já citados) com o animado anterior do trio. Em uma cena da música "Lá Fora" (Out There) vemos Bela (A Bela e a Fera) passando pelas ruas de Paris. (clique nas imagens para ampliá-las)


Na mesma cena vemos (ou não) Pumba (O Rei Leão) sendo carregado por caçadores. Isso me lembra Asterix!)

Ainda nesta mesma cena, o Tapete de Aladdin sendo sacudido.


rascunhos da catedral
O Corcunda de Notre Dame por mim: OCDND encanta por diversos motivos, os gráficos bem trabalhados, trilha sonora excelente, personagens profundas, mas o que mais me cativa, principalmente depois de ler o livro, é justamente o roteiro. Independente de analisar se a adaptação foi boa ou não, como história OCDND funciona extremamente bem, o humor foi colocado na medida certa, os diálogos são os mais bem escritos e cada personagem tem sua força que cativa de maneiras diferentes, podemos dizer isso até mesmo do vilão Frollo.
Quanto ao livro, bem, gosto da obra, tem um clima totalmente diferente do filme, dá até pra sentir pena do Frollo e não simpatizar muito com o Quasímodo, porém o filme da Disney foi fiel em alguns aspectos primordiais da história, como a contraposição do grotesco e do sublime, característica da obra romântica de Victor Hugo. No filme vemos claramente a mensagem de que a beleza verdadeira não depende de um físico bonito, mas do coração de cada um.

Reveja esta cena: No caso estas músicas. Foi difícil escolher uma parte deste filme, o bom mesmo é vê-lo por inteiro, com  e sem comentários de áudio, com extras e tudo mais, mas me decidi por estas músicas por elas mostrarem as maneiras diferentes de como é vista Esmeralda por Quasímodo e Frollo: Luz Celestial e Fogo do Inferno.

Luz Celestial - Fogo do Inferno


Esta trilha sonora eu recomendo muitíssimo em qualquer língua. Visite o grupo do Facebook 2D Disney Music! para baixar a trilha sonora.

Abaixo o trailer lançado no VHS de Pocahontas. 


(Imagens retiradas do Google, se você é o autor, por favor me avise para que eu possa creditá-las ;])

Resenha - Tarzan

Antes de tudo gostaria de esclarecer este quadro. Resenha porque, apesar de dar minha opinião sobre o filme, pretendo principalmente fazer um "levantamento" das informações do filme e seu resumo. Críticas (ou pseudo-críticas) ficarão em outro grupo.

Estava com muita dúvida sobre por qual filme começar então resolvi seguir a sugestão do meu amigo Luck e fazer um sorteio. E vejam só o que saiu, um dos filmes preferidos dele: Tarzan!
Vamos à ele... (cuidado, spoiler! hahaha)

Breve resumo: Um casal se perde no mar com seu filho recém-nascido e vão parar em algum ponto da costa africana. Lá conseguem improvisar um abrigo e acham meios de sobreviver. Um dia a família é atacada pelo leopardo Sabor e o casal é morto. Abandonado à própria sorte, o bebê é adotado por Kala, uma gorila que acabara de perder o filhote, e ela lhe dá o nome de Tarzan. Ao crescer, Tarzan conhece Jane, uma jovem pesquisadora inglesa que vai em expedição à África junto com seu pai para estudar o comportamento dos gorilas. Assim, Tarzan finalmente conhece pessoas semelhantes a ele e descobre um pouco mais sobre o mundo ao qual um dia pertenceu.




Tarzan é uma criação do escritor Edgar Rice Burrougs que deu o título ao seu livro de "Tarzan dos Macacos" e teve inúmeras adaptações para o cinema porém, a versão animada da Disney foi a única que retratou Tarzan como no livro, um homem bondoso e inteligente que andava e se comunicava com os gorilas. No animado foi retratada apenas uma parte do livro, a vida de Tarzan com os gorilas e seu encontro com Jane, por isso o final também foi modificado, no filme da Disney Jane fica na floresta com Tarzan ao invés do protagonista partir com ela para a Inglaterra.

No livro os personagens Terk e Tantor eram pouco simpáticos, por isso foram adaptados ao clima do animado tornando-se os melhores amigos de Tarzan.

Durante a produção do filme, os técnicos dos estúdios Disney criaram um programa novo (Deep Canvas) que utiliza a pintura tradicional dando um efeito 3D no plano de fundo. Isso deu uma nova cara à África de Tarzan, trazendo mais beleza e realismo ao filme.
Tarzan conta com a presença do genial Glen Keane (de Aladdin e A Princesa e o Sapo) como supervisor de animação e com a direção de Kevin Lima e Chris Buck.

A trilha sonora é composta pelas canções de Phil Collins que interpreta as músicas em inglês (dã!), italiano, francês, espanhol e alemão. Infelizmente português não é uma das línguas em que ele canta, mas a versão brasileira interpretada por Ed Motta não deixou nada a desejar.

Dublagem Americana
* Tarzan (adulto) - (Tony Goldwyn)
* Jane Porter - (Minnie Driver)
* Kala - (Glenn Close)
* Clayton - (Brian Blessed)
* Prof. Porter - (Nigel Hawthorne)
* Kerchak - (Lance Henriksen)
* Tarzan (jovem) - (Alex D. Linz)
* Terk - (Rosie O'Donnell)
Dubalgem Brasileira

* Tarzan (adulto) - (Eduardo Moscovis)
* Tarzan (criança) - (Marcus Jr.)
* Jane Porter - Miriam Ficher
* Kala - (Suely Franco)
* Sr. Clayton - (Dário de Castro)
* Prof. Porter - (José Santa Cruz)
* Kerchak - (Leonardo José)
* Terk - (Marya Bravo)

Premiações: Oscar de Melhor Canção Original (You'll Be In My Heart); Globo de Ouro de Melhor Canção Original (You'll Be In My Heart); Grammy de Melhor Trilha Sonora.

Invasores! Muitos filmes Disney recebem "visitas" de personagens de produções anteriores. As de Tarzan são:

- Irmãozinho (Mulan) na cena em que objetos caem dos bolsos do Prof. Porter ao ser segurado de cabeça para baixo por um gorila.


- Madame Samovar e Zip (A Bela e a Fera) são vistos no acampamento antes da canção "Trashin the Camp".

(Os créditos dessas imagens são do meu amigo Allan, que fez uma coleção de curiosidades como essas. As imagens de invasores nas próximas resenhas também devem ser creditadas à ele.)

Tarzan por mim: Umas das coisas que mais admiro nesse filme é a forma como é mostrado o amor entre Kala e Tarzan, o fato de serem diferentes não afeta em nada essa relação tão especial. Gosto do filme por inúmeras razões, mas essa é uma das principais.
Como fã de animações em todos os aspectos, não posso deixar de ressaltar a excelência do filme com relação aos gráficos e ao estudo sobre a anatomia dos macacos e do próprio Tarzan, é sem dúvida um trabalho excepcional!

Reveja esta cena: Uma das cenas que mais gosto no filme é a morte de Clayton. Achou fúnebre? Talvez... mas vamos ver isso pelo lado técnico, ok? O que me chamou atenção foi na verdade o modo como fazem o público entender a morte do personagem sem mostrá-la de fato. O contraste entre o Tarzan vindo ao chão, a lâmina do vilão que causa sua morte e o relâmpago mostrando a sombra de Clayton pendurado são colocadas de forma única, com encaixe perfeito dando dramaticidade à cena.

Bem... eu tentei explicar mas acho acho que só vendo mesmo pra entender...

Aqui a cena que eu tentei descrever....

Pra quem quiser conferir a trilha sonora de Tarzan visite o grupo do facebook 2D Disney Music! Lá você encontra a trilha sonora deste e muitos outros longas da Disney.
Aqui o link direto para álbum de Tarzan: download

Relação de músicas:
1. Dois Mundos
2. No Meu Coração Você Vai Sempre Estar (Suely Franco & Ed Motta)
3. Grande Homem
4. Estragando o Acampamento
5. Estranhos como Eu
6. Dois Mundos (Reprise)
7. Estragando o Acampamento (N'Sync & Phil Collins)
8. No Meu Coração Você Vai Sempre Estar (Single Version)
9. Dois Mundos (Versão Pop)
10. Um Lugar Maravilhoso
11. Se Mexe Como Um Macaco, Se Vê Como Um Homem
12. Os Gorilas
13. Uma Família
14. Dois Mundos (Final)
15. You’ll be In My Heart

Confiram também o trailer do filme!


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(Imagens retiradas do Google, se você é o autor, por favor me avise para que eu possa creditá-las ;])