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Toy Story

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Aproveitando o lançamento (apesar de já estar quase saindo de cartaz) do terceiro filme da série Toy Story, resolvi fazer aqui alguns comentários sobre essa trilogia maravilhosa, em três partes. =)

Toy Story é considerado o primeiro longa metragem de animação feito totalmente em computação gráfica, apesar de haver controvérsias e muitos afirmarem que a produção brasileira Cassiopéia foi a primeira.
Toy Story foi lançado em 1995, produzido pela Pixar e distribuído pela Walt Disney sendo a primeira parceria entre os dois estúdios.

O filme conta a história dos brinquedos de um menino de oito anos chamado Andy. Quando nenhum humano está por perto os brinquedos (e não só os do garoto), ganham vida. Liderados por Woody, o boneco cowboy, todos os brinquedos do quarto de Andy vivem em comunidade e em perfeita harmonia, porém, há algo que coloca medo em todos eles: brinquedos novos. Com o aniversário de Andy antecipado os brinquedos entram em pânico, pois não querem ser substituídos. O temor deles acaba se transformando em realidade para Woody que, com a chegada do boneco de ação Buzz Lightyear, um patrulheiro espacial, se vê trocado não só por Andy, mas até pelos outros brinquedos. Buzz acaba conquistando involuntariamente o respeito dos brinquedos e o carinho do menino, porém, o boneco tem um pequeno problema que talvez possa ser entendido como um defeito de fábrica. Ele realmente pensa que é um patrulheiro espacial e ingenuamente tenta consertar sua nave de papelão para retornar ao seu planeta natal.

O fato de Buzz não ligar para a atenção recebida irrita muito Woody, pois o amor de Andy era tudo para o boneco. Em uma de suas crises de ciúme Woody acaba provocando um acidente que faz Buzz cair pela janela, e agora ele deve trazer o patrulheiro de volta para o quarto de Andy para que possa ser perdoado por seus colegas e para não se tornar um brinquedo perdido, pois a família do garoto está prestes a se mudar.

Para piorar um pouco a situação os dois bonecos vão parar na casa do psicopata mirim Sid, um garoto que adora torturar brinquedos. No meio dessa jornada Buzz acaba finalmente percebendo que na verdade não passa de um brinquedo e, tendo que lidar com isso, começa a ver as coisas pela perspectiva de Woody e aos poucos nasce a improvável amizade com o cowboy.

Toy Story foi um enorme sucesso de bilheteria, a maior do ano nos EUA e recebeu indicações para vários prêmios. Um atrativo já bastaria para isso, um filme totalmente feito em computação gráfica (e muito bem feito pra época), era algo novo que todos queriam ver. Porém, isso é o que menos chama a atenção em Toy Story. A idéia do filme é extremamente simples e genial ao mesmo tempo: animar algo realmente inanimado.

Toda criança sempre quis que seu boneco andasse e falasse sozinho e Toy Story tornou o sonho das crianças (e dos adultos também) em realidade. Mas o filme não trata apenas de bonecos andando para as crianças verem, o coração colocado na história foi o que realmente arrebatou o público, a começar por Woody. 
O boneco que no início era o cara bonzinho que todo mundo curte acaba tendo algumas atitudes bem egoístas e poderia ser até mal visto pelo público, mas a sensibilidade colocada no personagem acaba nos fazendo entender os sentimentos dele, o ciúme e principalmente o medo de não fazer mais parte da vida do garoto que lhe deu vida.

Temos também o Buzz que no inicio é um personagem bastante aéreo e alheio à realidade, no meio do filme acaba perdendo seu chão ao descobrir que tudo aquilo em que acreditava não passava de uma ilusão, tendo que se adaptar à recém descoberta condição de brinquedo para sobreviver.
Os brinquedos de Toy Story

Neste primeiro filme temos como foco as vidas e visões dos protagonistas Woody e Buzz, mas os coadjuvantes também merecem destaque. Fazendo uma bela referência a brinquedos clássicos a Pixar deu vida ao rabugento Sr. Cabeça de Batata, sempre com seus comentários pertinentes (ou não) e à Slink, o fiel cão-mola grande amigo de Woody. Devemos citar também o atrapalhado (e muito empolgado) Rex e o bem humorado Porquinho que trazem um sutil alívio cômico para todos os sentimentos complexos vividos durante a história.


Outro personagem que merece destaque é Sid. Não sei se podemos dizer exatamente que ele é o vilão do filme (tá, podemos sim), mas a idéia de um menino destruidor de brinquedos é genial, afinal estamos falando da vida dos brinquedos então, além de ser trocado ou jogado fora, o que mais um brinquedo pode temer? Ser explodido talvez. E nisso Sid é mestre.



Separei aqui uma cena que pra mim é a melhor do filme, quando Woody lidera os brinquedos mutantes de Sid para dar um susto no garoto, transformando o grande sonho das crianças de ver seus brinquedos andando no pior pesadelo de Sid.


Alguém aí sentiu um clima Chuck nessa cena?

Outra cena que eu separei foi a parte em que toca a música Coisas Estranhas. Escolhi porque adoro a música, mas também porque ela exprime bem os sentimentos do Woody com relação ao Andy, Buzz e aos outros brinquedos, o sentimento de perda e estranheza em seu próprio lar.


Esse filme foi feito para ficar na história, seja pelo título de primeiro longa de animação totalmente feito em computação gráfica, seja pela ideia fantástica ou ainda pela maneira mais fantástica como o trabalho foi executado. Um filme emocionante que definitivamente não foi feito só para crianças.

Dele podemos tirar várias lições sobre amizade, crescimento e perda. Pra quem quiser viajar um pouquinho mais dá até pra fazer uma analogia entre Woody e Buzz, 2D e 3D. O velho conhecido estranhando o novo e mais moderno, com medo da substituição, mas no fim os dois acabam por se completarem.

Toy Story é lindo, sensível, divertido, inovador, criativo e simples. Nos passa a (triste) ideia de que um dia todos seremos substituídos, mas eu até lá podemos fazer o melhor com o tempo que nos resta. Está recomendado!
Quero também deixar uma notinha sobre a equipe de dublagem brasileira que é sensacional. Com Guilherme Briggs e Marco Ribeiro fazendo as vozes de Buzz e Woody respectivamente (na versão para DVD, pois na versão pra cinema Woody foi interpretado por Alexandre Lippiani), um trabalho maravilhoso liderado pelo diretor de dublagem (e também dublador) Garcia Neto.

Os dubladores Guilherme Briggs e Marco Ribeiro
A trilha sonora fica por conta de Randy Newman que fez a trilha de outros filmes Pixar como Procurando Nemo, Monstros S.A. e Vida de Inseto. Em português as músicas foram interpretadas por Zé da Viola.
A trilha sonora você pode baixar aqui: 2D Disney Music!

Antes de ir só mais uma coisinha (é, eu sei que ficou grande). Eu sei que muita gente diz que o Woody se parece muito com o Tom Hanks porque foi inspirado nele já que é ele quem faz a voz no original e tal.... tá, mas eu sempre achei que o Woody se parece muito mais com o Jim Carrey. Será que só eu acho isso? Eu sei que pode ser confundível pela voz porque o dublador que faz a voz do Tom Hanks e do Jim Carrey aqui no Brasil é o mesmo, o Marco Ribeiro, e é ele quem dubla o Woody, mas não é só isso de semelhança não. O formato da cabeça, as bochechas redondas, as bocas estranhas e até o jeito desengonçado de andar... pra mim é tudo igualzinho ao Jim Carrey (xD). Enfim, deixem suas opiniões aí e até Toy Story 2. o/

Ao infinito e além!
(Imagens retiradas do Google, se você é o autor, por favor me avise para que eu possa creditá-las ;])

Dia do Amigo

Amigo há de todos os tipo. Companheiro, distraído, simpático, escandaloso, de infância, de ontem... pode ser da família ou considerado parte dela, pode ser humano ou até um animal, real ou imaginário. Mas amigo de verdade está sempre perto da gente, mesmo que seja só no coração.

Portanto, abrace seu amigo hoje, mesmo que ele esteja longe, tenho certeza de que dará um jeitinho.
A todos um Feliz Dia do Amigo! ^^


Pequena homenagem à Toy Story e às amizades feitas nesse filme maravilhoso.
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Se a fase é ruim
E são tantos problemas que não tem fim
Não se esqueça que ouviu de mim
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Os seus problemas são meus também
E isso eu faço por você e mais ninguém
O que eu quero é ver o seu bem
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Os outros podem ser até bem melhores do que eu
Bons brinquedos são
Porém, amigo seu é coisa séria
Pois é opção do coração (viu?)
O tempo vai passar
Os anos vão confirmar
As três palavras que eu proferi
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui
Amigo estou aqui

Resenha - O Corcunda de Notre Dame

O Corcunda de Notre Dame, 34º longa de animação da Disney, foi inspirado na obra Notre Dame de Paris do escritor francês Victor Hugo.


Breve Resumo: Quasímodo, o gentil  sineiro da catedral de Notre Dame, passou toda sua vida na torre da catedral  isolado sendo apenas visitado por seu guardião, o juiz Claude Frollo. Porém, Quasímodo sonha em sair da torre e conhecer a cidade e as pessoas. Um dia, durante o Festival dos Tolos, ele se arrisca à um passeio e acidentalmente acaba se tornando o rei do festival, pois eles elegem a máscara mais feia da cidade. Quando todos lá percebem que a máscara é na verdade o rosto de Quasímodo a multidão se mostra cruel, mas o sineiro é defendido pela jovem cigana Esmeralda. A partir daí nasce uma amizade entre os dois e Quasímodo tem que lutar contra seu protetor para defender sua nova amiga, sua liberdade e a cidade que tanto ama.

O Corcunda de Notre Dame, lançado em 1996, é possivelmente um dos longas de animação Disney mais polêmicos já feitos por tratar de temas muito fortes como infanticídio, obsessão sexual, hipocrisia religiosa, desigualdade social, entre outros. Apesar disso, o filme fez razoável sucesso em seu lançamento, mas longe de lucrar tanto quanto os sucessos anteriores da Disney.

O filme foi dirigido por Kirk Wise e Gary Trousdale (ambos trabalharam em A Bela e a Fera) e produzido por Don Hahn (produtor de O Rei Leão) e conta com a trilha sonora de Alan Menken e Stephen Schwartz. A trilha sonora de OCDND foi considerada por críticos como o melhor trabalho de Alan Menken na Disney, que foi responsável pela trilha sonora de filmes como A Pequena Sereia, Pocahontas, Aladdin e Hércules.
Catedral de Notre Dame

Os artistas da Disney foram até Paris para visitar a catedral de Notre Dame a fim de fazer com que o design das construções no filme ficassem fiéis aos prédios de Paris, trabalho este que foi muito bem executado.
Parte dessa arquitetura são as gárgulas, amigas de Quasímodo no filme. Victor, Hugo (homenagem ao autor do livro) e Laverne (cantora do grupo Andrews Sisters) foram criados para dar voz aos sentimentos de Quasímodo já que, segundo comentários do diretor e produtores, as gárgulas só poderiam existir na imaginação do sineiro.

As críticas e opiniões sobre o filme até hoje são muito controversas, há os que adoram por ser um dos melhores roteiros, e outros não gostam por ser um filme adulto demais ou até mesmo por não concordarem com as adaptações feitas pelo estúdio para tornar a história um pouco mais leve.

Pra quem não leu o livro aqui vai algumas das modificações feitas: Quasímodo, no clássico era um homem retraído e até mesmo considerado uma pessoa quase irracional, muito diferente do doce e gentil sineiro da Disney. Fora isso, Quasí era surdo, o que o tornava mais carrancudo ainda. Frollo "mudou" de profissão, para aliviar a crítica sobre a igreja feita no livro o arcebispo se tornou um juiz eclesiástico. Phoebus, de capitão mulherengo passou a salvador da pátria disputando o amor de Esmeralda com Quasímodo (a primeira disputa de dois heróis pelo amor da donzela na Disney). A personalidade de Esmeralda também foi modificada, já que algumas vezes ela parece ter medo de Quasímodo.

Há quem diga também que Frollo no livro não era exatamente um vilão e sim uma pessoa perturbada oscilando entre o dever e o desejo pela cigana.

Mesmo com duras críticas, o filme arrecadou um bom número de indicações a prêmios, entre elas a inexplicável indicação ao Framboesa de Ouro por Pior Roteiro de Filmes que arrecadaram mais de 100 milhões de doláres. Apesar disso o filme levou o Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora.

Além da trilha sonora, devemos destacar também o excelente trabalho de dublagem tanto nas falas quanto nas músicas. Interpretações únicas foram dadas às canções e algumas dublagens (no original) de filmes anteriores da Disney foram reutilizadas por causa do ótimo trabalho feito.


Dublagem Original
* Quasímodo - (Tom Hulce)
* Esmeralda - (Demi Moore / Heidi Mollenhauer [canções])
* Claude Frollo - (Tony Jay)
* Phoebus - (Kevin Kline)
* Clopin - (Paul Kandel)

Dublagem Brasiliera
* Quasímodo - (Marcelo Coutinho)
* Esmeralda - ( Mônica Rossi / Rosana Fiengo [canções])
* Claude Frollo - (Leonardo José  / Rodrigo Esteves [canções])
* Phoebus - (Dário de Castro)
* Clopin - (Claúdio Galvan)

Invasores: Neste filme, um dos visitantes serve de pequena homenagem a Kirk Wise, Gary Trousdale e Don Hahn (já citados) com o animado anterior do trio. Em uma cena da música "Lá Fora" (Out There) vemos Bela (A Bela e a Fera) passando pelas ruas de Paris. (clique nas imagens para ampliá-las)


Na mesma cena vemos (ou não) Pumba (O Rei Leão) sendo carregado por caçadores. Isso me lembra Asterix!)

Ainda nesta mesma cena, o Tapete de Aladdin sendo sacudido.


rascunhos da catedral
O Corcunda de Notre Dame por mim: OCDND encanta por diversos motivos, os gráficos bem trabalhados, trilha sonora excelente, personagens profundas, mas o que mais me cativa, principalmente depois de ler o livro, é justamente o roteiro. Independente de analisar se a adaptação foi boa ou não, como história OCDND funciona extremamente bem, o humor foi colocado na medida certa, os diálogos são os mais bem escritos e cada personagem tem sua força que cativa de maneiras diferentes, podemos dizer isso até mesmo do vilão Frollo.
Quanto ao livro, bem, gosto da obra, tem um clima totalmente diferente do filme, dá até pra sentir pena do Frollo e não simpatizar muito com o Quasímodo, porém o filme da Disney foi fiel em alguns aspectos primordiais da história, como a contraposição do grotesco e do sublime, característica da obra romântica de Victor Hugo. No filme vemos claramente a mensagem de que a beleza verdadeira não depende de um físico bonito, mas do coração de cada um.

Reveja esta cena: No caso estas músicas. Foi difícil escolher uma parte deste filme, o bom mesmo é vê-lo por inteiro, com  e sem comentários de áudio, com extras e tudo mais, mas me decidi por estas músicas por elas mostrarem as maneiras diferentes de como é vista Esmeralda por Quasímodo e Frollo: Luz Celestial e Fogo do Inferno.

Luz Celestial - Fogo do Inferno


Esta trilha sonora eu recomendo muitíssimo em qualquer língua. Visite o grupo do Facebook 2D Disney Music! para baixar a trilha sonora.

Abaixo o trailer lançado no VHS de Pocahontas. 


(Imagens retiradas do Google, se você é o autor, por favor me avise para que eu possa creditá-las ;])

Pra ler....

Hoje no meu quarto, enquanto arrumava alguns livros e separava outros pra doar, achei um livro que li faz mais de um ano eu acho e, ao lembrar da história fiquei com vontade de escrever sobre ela.
O livro do qual falo é "A Menina Que Roubava Livros" ou no original, "The Book Thief". O livro foi publicado em 2006 e escrito pelo australiano Markus Zusak.

Abaixo a imagem da capa do livro publicado aqui no Brasil.





Bem, vamos lá. O livro conta a história de Liesel Meminger, uma garotinha de 10 anos que está sendo levada junto com seu irmão para um lar adotivo. No caminho Liesel perde seu irmãozinho caçula e no enterro dele encontra o livro O Manual do Coveiro e o "rouba" por assim dizer.
Ao decorrer da história vemos Liesel crescendo, se adaptando à nova família e roubando mais livros.
Como pano de fundo para a história de Liesel temos a 2ª Guerra Mundial (sim, ela está na Alemanha).
Seu novo pai, Hans Hubermann, foi soldado na 1ª Guerra e, ao perder um grande amigo de batalhas promete à família do soldado que a ajudaria se fosse necessário. Um dia ele se vê obrigado a cumprir essa promessa escondendo o filho de seu amigo, Max, um judeu.
Apesar do grande risco e da dificuldade em se manterem em tempos de guerra os Hubermann acolhem Max com satisfação e o jovem se torna o melhor amigo de Liesel, compartilhando seus sonhos e temores com a menina.

Eu sei, parece uma história até batida, normal. Mas o que mais me chamou a atenção ao ler esse livro foi na verdade a sua narradora: a Morte.
Uma "Dona Morte" diferente de como normalmente é descrita, o tempo todo ela tenta mostrar que não é má, apenas faz seu trabalho. Por algum motivo Liesel chama a atenção da narradora quando esta vai buscar o irmão da garota. Ainda se encontram algumas vezes e então a Morte resolve contar a história da menina.

Um boa característica dessa narradora incomum é que ela é totalmente propensa a dar spoilers como: "Tá vendo aquele cara legal ali que todo mundo adora.... pois é, ele não merecia uma morte tão sofrida e prematura. Mas não é dele que estamos falando agora".
Eu adoro isso nela haha, porque afinal, todo mundo sabe como vai acabar uma história que se passa durante a 2ª Guerra Mundial na Alemanha e que é narrada pela Morte.

Apesar da temática pesada e da narradora sinistra a história é bem sensível e tocante. Seja pelo amor que cresce entre o pai adotivo e a garotinha, por Rudy, seu amigo desajeitado que vive lhe pedindo beijos, ou pela amizade que surge entre Liesel e Max e dá forças ao rapaz para enfrentar todas as dificuldades.
O livro é de fato apaixonante!

Algumas imagens que ilustram o livro: (clique nas imagens para ampliá-las)



Pra quem resolver ler esse livro espero que a experiência seja boa porque pra mim foi ótima.
Próximo passo: ler "Eu Sou o Mensageiro" do mesmo autor.

Aqui um pequeno vídeo promocional do livro.


Ah, sim! Diz a lenda que vai haver um filme em 2010 (o que é até possível já que hoje em dia fazem filme de tudo), mas por hora tudo que existe são só boatos de que a Fox comprou os direitos autorais do livro e uns trailers fakes no youtube. Mas quem sabe né.

(Imagens retiradas do Google, se você é o autor, por favor me avise para que eu possa creditá-las ;])

Resenha - Tarzan

Antes de tudo gostaria de esclarecer este quadro. Resenha porque, apesar de dar minha opinião sobre o filme, pretendo principalmente fazer um "levantamento" das informações do filme e seu resumo. Críticas (ou pseudo-críticas) ficarão em outro grupo.

Estava com muita dúvida sobre por qual filme começar então resolvi seguir a sugestão do meu amigo Luck e fazer um sorteio. E vejam só o que saiu, um dos filmes preferidos dele: Tarzan!
Vamos à ele... (cuidado, spoiler! hahaha)

Breve resumo: Um casal se perde no mar com seu filho recém-nascido e vão parar em algum ponto da costa africana. Lá conseguem improvisar um abrigo e acham meios de sobreviver. Um dia a família é atacada pelo leopardo Sabor e o casal é morto. Abandonado à própria sorte, o bebê é adotado por Kala, uma gorila que acabara de perder o filhote, e ela lhe dá o nome de Tarzan. Ao crescer, Tarzan conhece Jane, uma jovem pesquisadora inglesa que vai em expedição à África junto com seu pai para estudar o comportamento dos gorilas. Assim, Tarzan finalmente conhece pessoas semelhantes a ele e descobre um pouco mais sobre o mundo ao qual um dia pertenceu.




Tarzan é uma criação do escritor Edgar Rice Burrougs que deu o título ao seu livro de "Tarzan dos Macacos" e teve inúmeras adaptações para o cinema porém, a versão animada da Disney foi a única que retratou Tarzan como no livro, um homem bondoso e inteligente que andava e se comunicava com os gorilas. No animado foi retratada apenas uma parte do livro, a vida de Tarzan com os gorilas e seu encontro com Jane, por isso o final também foi modificado, no filme da Disney Jane fica na floresta com Tarzan ao invés do protagonista partir com ela para a Inglaterra.

No livro os personagens Terk e Tantor eram pouco simpáticos, por isso foram adaptados ao clima do animado tornando-se os melhores amigos de Tarzan.

Durante a produção do filme, os técnicos dos estúdios Disney criaram um programa novo (Deep Canvas) que utiliza a pintura tradicional dando um efeito 3D no plano de fundo. Isso deu uma nova cara à África de Tarzan, trazendo mais beleza e realismo ao filme.
Tarzan conta com a presença do genial Glen Keane (de Aladdin e A Princesa e o Sapo) como supervisor de animação e com a direção de Kevin Lima e Chris Buck.

A trilha sonora é composta pelas canções de Phil Collins que interpreta as músicas em inglês (dã!), italiano, francês, espanhol e alemão. Infelizmente português não é uma das línguas em que ele canta, mas a versão brasileira interpretada por Ed Motta não deixou nada a desejar.

Dublagem Americana
* Tarzan (adulto) - (Tony Goldwyn)
* Jane Porter - (Minnie Driver)
* Kala - (Glenn Close)
* Clayton - (Brian Blessed)
* Prof. Porter - (Nigel Hawthorne)
* Kerchak - (Lance Henriksen)
* Tarzan (jovem) - (Alex D. Linz)
* Terk - (Rosie O'Donnell)
Dubalgem Brasileira

* Tarzan (adulto) - (Eduardo Moscovis)
* Tarzan (criança) - (Marcus Jr.)
* Jane Porter - Miriam Ficher
* Kala - (Suely Franco)
* Sr. Clayton - (Dário de Castro)
* Prof. Porter - (José Santa Cruz)
* Kerchak - (Leonardo José)
* Terk - (Marya Bravo)

Premiações: Oscar de Melhor Canção Original (You'll Be In My Heart); Globo de Ouro de Melhor Canção Original (You'll Be In My Heart); Grammy de Melhor Trilha Sonora.

Invasores! Muitos filmes Disney recebem "visitas" de personagens de produções anteriores. As de Tarzan são:

- Irmãozinho (Mulan) na cena em que objetos caem dos bolsos do Prof. Porter ao ser segurado de cabeça para baixo por um gorila.


- Madame Samovar e Zip (A Bela e a Fera) são vistos no acampamento antes da canção "Trashin the Camp".

(Os créditos dessas imagens são do meu amigo Allan, que fez uma coleção de curiosidades como essas. As imagens de invasores nas próximas resenhas também devem ser creditadas à ele.)

Tarzan por mim: Umas das coisas que mais admiro nesse filme é a forma como é mostrado o amor entre Kala e Tarzan, o fato de serem diferentes não afeta em nada essa relação tão especial. Gosto do filme por inúmeras razões, mas essa é uma das principais.
Como fã de animações em todos os aspectos, não posso deixar de ressaltar a excelência do filme com relação aos gráficos e ao estudo sobre a anatomia dos macacos e do próprio Tarzan, é sem dúvida um trabalho excepcional!

Reveja esta cena: Uma das cenas que mais gosto no filme é a morte de Clayton. Achou fúnebre? Talvez... mas vamos ver isso pelo lado técnico, ok? O que me chamou atenção foi na verdade o modo como fazem o público entender a morte do personagem sem mostrá-la de fato. O contraste entre o Tarzan vindo ao chão, a lâmina do vilão que causa sua morte e o relâmpago mostrando a sombra de Clayton pendurado são colocadas de forma única, com encaixe perfeito dando dramaticidade à cena.

Bem... eu tentei explicar mas acho acho que só vendo mesmo pra entender...

Aqui a cena que eu tentei descrever....

Pra quem quiser conferir a trilha sonora de Tarzan visite o grupo do facebook 2D Disney Music! Lá você encontra a trilha sonora deste e muitos outros longas da Disney.
Aqui o link direto para álbum de Tarzan: download

Relação de músicas:
1. Dois Mundos
2. No Meu Coração Você Vai Sempre Estar (Suely Franco & Ed Motta)
3. Grande Homem
4. Estragando o Acampamento
5. Estranhos como Eu
6. Dois Mundos (Reprise)
7. Estragando o Acampamento (N'Sync & Phil Collins)
8. No Meu Coração Você Vai Sempre Estar (Single Version)
9. Dois Mundos (Versão Pop)
10. Um Lugar Maravilhoso
11. Se Mexe Como Um Macaco, Se Vê Como Um Homem
12. Os Gorilas
13. Uma Família
14. Dois Mundos (Final)
15. You’ll be In My Heart

Confiram também o trailer do filme!


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(Imagens retiradas do Google, se você é o autor, por favor me avise para que eu possa creditá-las ;])