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O filmes de fevereiro

Fevereiro acabou, o Oscar passou, Leo ganhou e eu não consegui completar a minha lista de filmes pra ver em fevereiro, na verdade esse mês fiquei bem paradona nas séries, leituras, etc, mas tudo bem porque isso não significa que não teve coisa legal. Decidi fazer todo final de mês uma postagem contando sobre alguns filmes que assisti, vou tentar escolher os mais legais e ficar entre três e cinco, os mais especiais ganharão resenha especial, como aconteceu com o lindo do Deadpool *-*
Vamos lá!

O primeiro filme de que vou falar é Perdido em Marte (The Martian). Estrelado por Matt Damon, o filme conta a saga de um astronauta especializado em botânica, que sofre um acidente em Marte durante uma tempestade de areia e é dado como morto e deixado para trás por sua equipe, enquanto ele tenta sobreviver ao inóspito planeta e entrar em contato com a NASA para que possa ser resgatado de novo Matt?!.

Diferente de muitos filmes do gênero (seja sci-fi ou filmes de sobreviventes), Perdido em Marte é alegre e divertido. Claro que o protagonista passa por maus bocados, mas além de competente Mark Watney (Damon) é super bem humorado e otimista, o que dá um tom muito gostoso ao filme, nada perto da angústia que sentimos pelo personagem de Tom Hanks em O Náufrago. Realmente me diverti assistindo e torci para que ele fosse resgatado, além disso a trilha sonora é bem gostosa, toca Starman gente! O filme superou muito as expectativas que eu tinha, e passou a ser um dos meus favoritos do gênero até agora.


Há duas semanas fui à première do filme Boneco do Mal (The Boy) em São Paulo, oferecida pelo site Omelete.
Dica: se você mora em São Paulo ou nas proximidades, segue o face do site, eles sempre oferecem ingressos com pipoca e refri pra estreia de vários filmes, e não é sorteio, basta enviar um e-mail rápido o suficiente pra entrar na lista (não, eu não estou ganhando pra fazer a propaganda mas bem que podia né.)

O filme é estrelado por Lauren Cohan (a linda Maggie de The Walking Dead) que interpreta Greta, uma jovem americana que vai à Inglaterra para ser babá de do menino Brahms, porém, quando chega na casa (tipicamente grande e isolada, como todo bom ou não filme de terror) Greta descobre que o menino na verdade é um boneco de louça. Os pais do "menino" dão à ela uma lista de tarefas e saem para viagem, após ignorar essa lista por alguns dias coisas muito estranhas começam a acontecer com a protagonista.

Bem, vou ser sincera gente, o filme não é bom, mas eu me diverti muito. Conta com interpretações bem convincentes, e é risível a expressão dos atores quando descobrem a tarefa de Greta. Até quase o final o é mais um de terror simples com um certo humor, mas aí tem plot twist! Ah o plot twist! Não vou dar spoilers aqui, mas a maior parte do cinema saiu revoltada. Eu particularmente não gostei da virada de última hora, mas gostei do filme e da experiência em geral. Pra quem tem medo de filmes de terror e amigos que implicam com isso, Boneco do Mal é uma boa pedida, você pode sugerir ele pra seus amigos e assistir de boa e sem medo. ^^


O último filme é o indicado ao Oscar, O Quarto de Jack (Room). Não vou contar sobre a história porque, sinceramente, assisti ao filme sem saber nada da trama (além de que Jack passa a vida em seu quarto) e isso foi muito bom, pois gerou surpresas e curiosidade sobre o que estava acontecendo ali, além de empatia pelos personagens. Basta dizer que o filme é muito sensível e tocante, contando com a ótima atuação de Brie Larson (vencedora do Oscar de melhor atriz) e do fofíssimo Jacob Trembley, que tem uma ótima interação em cena. Não é um filme super badalado e animado, mas trata de assuntos muito pesados narrados pela perspectiva de uma criança completamente inocente. Eu gostei demais e recomendo.

Obs.: Só assista ao trailer se quiser ver o filme do jeito que recomendei, sem informações adicionais.


E aí, já assistiram aos filmes? Algum deu vontade? Conta aí.

Fangirl - Rainbow Rowell

Depois de ler Eleanor & Park, segundo livro da autora americana Rainbow Rowell, fiquei muito ansiosa para ler Fangirl. Já tinha lido resenhas, citações e claro, me apaixonei pela capa super fofa. Pra quem também curtiu a capa, dá pra ver outros trabalhos no Tumblr da artista, a Noelle Stevenson.


Cath e Wren são irmã gêmeas que sempre foram muito próximas e faziam tudo juntos. Cath é a mais tímida, uma bookaholic não muito sociável e Wren, a mais descolada, popular com garotos e cheia de amigas. A narrativa segue pelo ponto de vista de Cath e começa quando as irmãs entram para a mesma universidade, mas para a surpresa de Cath, Wren decide que não quer ser colega de quarto da irmã, pois as duas agora devem seguir rumos diferentes e não mais serem vistas como a gêmea uma da outra.

Cath então se vê obrigada a encarar esse novo ambiente cheio de pessoas desconhecidas com as quais ela não faz a menor questão de ter contato. Ao longo da trama descobrimos algumas coisas importantes, como o abandono da mãe das meninas quando eram crianças, que agora vivem apenas com o pai, e como isso afetou à toda família.

Uma coisa interessante sobre Cath, e muito importante para a história, é que ela escreve fanfictions. Não apenas escreve, ela é bastante famosa no mundo do fandom e tem muitos seguidores que esperam ansiosamente por novos capítulos das fanfics de Simon Snow, um fenômeno da literatura juvenil que já até gerou até uma série de filmes (durante a história é possível notar várias semelhanças propositais com Harry Potter, o que leva a crer que na realidade Simon é Harry).
Como Cath é muito introvertida, seu círculo de amizades, ou melhor dizendo interações, é bastante pequeno. Além de Wren, que a evita constantemente, Cath interage basicamente com Nick, um colega de uma de suas disciplinas com quem escreve eventualmente, Reagan, sua colega de quarto sarcástica e meio durona e Levi, amigo esbanjador de sorrisos de Reagan.

No começo pode ser um pouco difícil sentir muita simpatia por Cath já que ela tem uma certa tendência ao drama, mas conforme a história vai passando a garota amadurece e também começamos a entender melhor as dificuldades pelas quais ela passa, já que esteve a vida toda tão ligada à irmã que passa a ignorá-la.


Reagan e Levi merecem um parágrafo à parte. A garota é daquele tipo durão que não se abate com facilidade, fácil de evitar contato, mas admirável. Com o tempo ela e Cath desenvolvem uma amizade improvável e bastante divertida, já que as duas são tão absurdamente diferentes. Já Levi é um fofo, sorridente e tranquilo, dá a impressão de ser daquelas pessoas impossíveis de não gostar.

Apenas uma coisa me incomodou um pouco no livro, nos finais de capítulos sempre há um trecho de alguma fanfiction de Cath ou de algum dos livros originais de Simon Snow, e isso complica um pouco a leitura, pois em certos momentos estamos loucos para saber o que acontece em seguida e aí vem linhas e linhas de uma história completamente diferente. Por outro lado, em alguns momentos a história de Simon e Baz empolga e queremos ver mais, e então começa um novo capítulo sobre Cath.


De qualquer forma, Fangirl é um livro leve, gostoso e rápido de ler, embora não seja tão curtinho assim. Passei dois dias aficionada por ele e acabou tão rápido que deixou saudades, mas a história é bem fechada e completa. Foi a minha primeira leitura de 2016 e agora estou muito ansiosa para ler os outros títulos da autora. O mais recente é Carry On, livro que conta a história de Simon e Baz em uma mistura entre a fanfiction de Cath e a série fictícia original.

Ah, e uma dúvida que surgiu pra mim sobre o livro... Vi algumas pessoas dizendo que Simon e Baz representam Harry e Rony porque eles dividem o dormitório, fazem tudo juntos e tudo mais, mas durante a leitura pra mim eles sempre representaram Harry e Draco, pois ambos são inimigos, se detestam, um é o herói e o outro é odiado por todos os "caras bonzinhos". O que acham sobre isso? E sobre o livro, quem já leu o que achou? Ficou com vontade de ler? Deixe aí nos comentários ^^

Editora: Novo Século
ISBN: 9788552803686
Páginas: 424
Adicione! Skoob
Nota: ❤ ❤ ❤ ❤ ❤

52 weeks: 8ª semana - Os melhores filmes infantis que já assisti

Mais uma semana, mais um 52 weeks e....Uau! Essa semana foi difícil, com certeza o tema mais difícil de escolher até então.
Eu confesso que fiquei muito tentada a colocar várias animações aqui, mas daí eu parava e pensava "tá, mas isso não é exatamente infantil" e então partia pra outra opção, afinal não é só porque é animação que significa que o filme é para crianças, certo? Então depois disso comecei a fazer pesquisas pra me lembrar das animações que já vi e acabei com mais de dez abas de filmes que quero ver abertas. No fim resolvi colocar só o que fui lembrando, quando finalmente consegui um top 15 fiquei naquela dúvida se o filme era realmente bom ou se eu só gostava mesmo (a diferença nesse caso pode ser gritante rsrs). Enfim, deu pra sentir o drama, né? Mas vamos lá.

1. Up- Altas Aventuras (Up - 2009)

A história do velhinho rabugento que foge para seu lugar dos sonhos com sua casa presa a balões de hélio, e é "seguido" por um garotinho escoteiro que fala muito. O filme é totalmente amorzinho, com um começo triste, porém lindo, e lições maravilhosas. Você assiste aos primeiro minutos e já se apaixona, não tem como não gostar!


2. Toy Story 1, 2 e 3 (sim, eu já estou roubando haha) (Toy Story - 1995/1999/2010)

Toy Story cresceu com a gente (bem, pelo menos o Andy cresceu), ele fala de amizade, ciúme, insegurança, abandono, é divertido e cheio de referências a filmes clássicos e no fim ainda nos ajuda a lidar com o desapego. Cada filme é uma etapa da vida de Andy e de seus brinquedos, finalizando com o adeus cinematográfico que mais doeu no meu coração e que ao mesmo tempo me deixou feliz. Já fiz resenhas de Toy Story e Toy Story 2 para quem se interessar, ainda estou devendo a terceira, mas um dia sai xD


3. Como Treinar Seu Dragão (How To Train Your Dragon - 2010)

Tenho um caso de amor com esse filme. Eu demorei séculos para assistir, mas fiquei sonhando com um amigo/bicho de estimação como o Banguela, quem nunca né? Além disso, o filmes nos ensina a tentar olhar mais as coisas pela perspectiva dos outros, e que uma grande amizade pode nascer entre as criaturas mais improváveis, e deve ser respeitada.
A continuação também é muito boa e linda demais, vale totalmente a pena.


4. O Pequeno Príncipe (Le Petit Prince - 2015)

O filme baseado no livro mais amor de todos os tempos. Como poderia ficar de fora? Não poderia!
A melhor parte pra mim é que não foi uma adaptação completamente literal. O filme introduz novos personagens sem mexer a história original e como bônus é visualmente incrível, misturando stop-motion com animação digital.


5. Snoopy e Charlie Brow: Peanuts, O Filme (The Peanuts Movie - 2016)

Porque é o Snoopy e Snoopy é amor e sarcasmo, preciso dizer mais?
Ok, dá pra dizer mais. O filme é fofo, cheio de sacadinhas legais, com uma amizade linda, com uma estética ainda mais linda e deixa o seu coração feliz. Apenas assistam, ok?


6. Fievel, Um Conto Americano (An American Tail - 1986)

Esse filme é mais velho que a minha mãe gente! Tá, mentira, mas é mais velho que eu, e isso não é tão pouca coisa assim hahaha.
Fievel é um ratinho que vive na Rússia com sua família, mas sempre são ameaçados por gatos malvados. Um dia, apóes perderam sua casa, a família resolve partir para a América, onde há a promessa de uma vida livre dos tão temidos gatos não existem gatos na América, só há queijo pelo chão!, mas no caminho Fievel se separa de sua família. A partir daí ele precisa descobrir como se virar sozinho, faz novos amigos, viver na América e encontrar sua família.... é muito fofinho! *-*


7. O Gigante de Ferro (The Iron Giant - 1999)

Esse filme é maravilhoso. Com uma estética não tão agradável quantos os clássicos fofinhos que vemos para crianças, o filme tem uma mensagem muito legal sobre amizade e tolerância. Ele narra a história de Hogarth, um garoto sem muitos amigos que encontra um robô cheio de sentimentos e sem muito lugar no mundo.


8. Todos os Cães Merecem o Céu (All Dogs Go to Heaven - 1989)

Outra velharia, o filme conta a história de Charlie, um pastor alemão nada honesto e amigável que é traído por seu sócio e bem...ele morre, é... ele morre. Mas tudo bem. porque Charlie trapaceia e consegue mais uma oportunidade para voltar à Terra e, quem sabe, se tornar um cão melhor (isso me lembra muito Yu-Yu Hakusho). É um filme muito bonitinho, com uma trama adulta mas contada de forma leve, ótimo para crianças.


9. Wall.e (Wall.e - 2008)

Porque nós temos que proteger o planeta gente!
Wall.e fala de um assunto batido (que nunca é demais falar mais) de forma muito diferente e encantadora, mostrando o amor entre um robozinho de limpeza tímido lata velha que eu queria na minha casa e uma robô de alta tecnologia essa é briguenta, não mexe com ela.


10. A Família do Futuro (Meet the Robinsons - 2007)

Lewis é um órfão muito inteligente que não teve muita sorte em encontrar uma nova família. Um dia, determinado a descobrir quem é sua mãe e o porquê de ter sido abandonado, Lewis cria um scanner de memória para sua feira de ciências, nessa ocasião, ele encontra um menino que diz ter vindo do futuro para proteger o scanner que está prestes a ser roubado, e assim os dois vão para o futuro.
Dizer mais é cortar a surpresa do filme, como ele não é tão popular vou deixar assim pra quem quiser assistir. Basta dizer que o filme é divertido e muito fofinho, vale a pena assistir.


E você que chegou ao final desse post, sim, você contou certo, foram 10 filmes. Eu disse que foi difícil escolher. Eu não coloquei nenhuma animação 2D da Disney porque quero fazer um post especialmente para esse tema, embora ache que terei que fazer um melhor de 30, mas penso nisso depois haha,
Mas conta aí, já viu todos esses? Ficou com vontade de ver ou rever algum? Vou adorar saber sua lista de animações infantis favoritas.

52 weeks: 7ª semana - Eu sempre...

Mais uma semana, e é hora de falar desses hábitos bobos, mas que sempre fazemos mesmo sem perceber.

1 - Fico acordada horas na cama antes de pegar no sono

Tenho problemas com o sono (ou é ele que tem problemas comigo), sempre fica acordada muito tempos, até horas antes de dormir. Algumas vezes eu fico quietinha mas aí a imaginação e preocupações rodam na cabeça. Outras vezes eu tento meditação ou música, mas sempre lembro de algo que queria ver e acabo indo procurar na internet.
Agora estou tentando cultivar o hábito de ir pra cama sem o tablet, espero que dê certo hehe.


2 - Ouço músicas depressivas quando estou triste

Dizem alguns estudo (que eu não lembro onde vi) que ouvir músicas tristes te deixam mais alegre quando você está pra baixo. Eu nãos ei se isso é verdade, mas sempre estou meio triste coloco uma música pior que meu estado emocional e deixo sair tudo, isso acaba ajudando a melhorar as coisas na maioria das vezes. Quem sabe né.


3 - Arrumo a minha cama antes de dormir

Todo mundo que me conhece um pouquinho mais diz que eu tenho TOC, talvez num grau leve. A questão é que tenho sim algumas manias, uma delas é arrumar a minha cama antes de dormir. E arrumar do tipo, esticar os lençóis, dobrar cobertores e prender no colchão pra que não escapem durante a noite, se acordo de madrugada geralmente dou uma ajeitadinha e se não faço isso fico muito incomodada. Eu sei, é estranho.

4 - Esqueço o que ia pesquisar no Google

Acho que todo mundo faz isso, que nem abrir a geladeira sem ter a mínima ideia do que ia pegar. Mas é regra, é só abrir uma nova aba que foge completamente o que ia pesquisar....parece até magia!


5 - Assisto vídeos no Youtube na hora de comer

Em casa nunca tivemos o hábito de comer todos no mesmo horário sentados à mesa, e logo cedo peguei o costume de comer vendo TV. Hoje em dia, é sempre um episódio de série ou um vídeo legal no Youtube que me acompanha nas refeições. Não é um hábito muito saudável, mas é o que tem pra hoje hahaha. Uma dica legal pra quem também faz isso são os vídeo dos Barbixas, um grupo de humor de improviso, os vídeos são curtinhos e muito legais  =P

Deadpool - The Zuera Never Ends

No dia 11 de fevereiro finalmente estreou Deadpool, um filme muito esperado, pelo menos por mim.
Não sou a super entendida dos quadrinhos, mas conheço um pouco do personagem já há algum tempo e, após a representação porca feita em X-Men Origens: Wolverine, estava ansiosa para vê-lo de verdade nos cinemas. Que o Gambit seja bom! Por favor, que o Gambit também seja bom!


Pra quem não conhece, o filme conta a história de Wade Wilson (Ryan Reynolds), um mercenário sem muitos escrúpulos, que é diagnosticado com câncer e aceita uma proposta suspeita para participar de um experimento que poderia lhe curar e dar super poderes (alô arma X!). Wade consegue sobreviver às diversas torturas as quais é submetido e finalmente ativa seu gene mutante, que lhe confere uma regeneração acima do normal até mesmo para mutantes. Apesar de conseguir se curar, Wade fica com cara de abacate o rosto e corpo cheio de marcas e resolve ir atrás de Ajax/Francis (Ed Skrein), o homem que o torturou, para que conserte sua aparência. O vilão por sua vez rapta a namorada de Wade, Vanessa (Morena Baccarin), despertando ainda mais sua zoeira fúria.


Tudo isso já era possível saber apenas vendo os trailers. O filme é bastante previsível, principalmente para quem tem acompanhado a divulgação dele ou já conhece um pouco do personagem, é uma história de origem afinal.
Apesar de ser previsível, o filme é muito divertido. A origem de Deadpool não é muito fiel à contada nos quadrinhos (bem, pelo menos a principal), mas o personagem em si é uma das melhores adaptações que já vi. Seja pelos gestos, a violência escrachada, a incapacidade de calar a boca, seu humor incansável e a quebra da quarta parede, o Deadpool do cinema é o Deadpool dos quadrinhos, sem dúvidas! 
Ryan Reynolds está ótimo no papel do mercenário tagarela. A dedicação que ele deu ao filme e ao personagem sem dúvidas valeu a pena, é uma de suas melhores interpretações, super divertido e fiel ao personagem e é possível perceber sua interpretação mesmo debaixo da máscara. É definitivamente o papel da vida dele.


Quanto à questão da violência e palavrões, honestamente não achei o filme tão pesado assim. Tem nudez? Tem. Tem palavrão? Tem demais. Tem gente sendo visivelmente esmagada em uma parede? Tem também! Porém, o clima do filme não deixa isso ser pesado, vemos cenas que sozinhas seriam desconcertantes, seguidas de piadas e todo um clima de humor, isso alivia muito a violência. Já vi outros filmes que tem cenas menos violentas, ou que mostram menos, mas causam muito mais mal-estar por causa de toda ambientação da história (Um Crime Americano é um ótimo exemplo disso).
Mas vale ressaltar, que não é um filme de super herói, como o próprio personagem diz, então se você vai levar uma criança pra assistir saiba o que o espera, nada de falar que o filme é inapropriado depois, hein!

Enfim, Deadpool não surpreende, mas diverte muito, é bem o que eu esperava do filme, humor da zoeira é o que o define. Há piadas boas e piadas mais ou menos, mas o melhor é que o filme sabe rir de si. Piadas com o baixo orçamento, com a Fox e até com o passado obscuro de Ryan Reynolds como herói são os pontos altos pra mim, vale muito a pena ver. Lembrando que isso não é uma crítica, porque eu não tenho certificações para tal, é apenas a minha opinião sobre o filme.

E você, já assistiu? Vai assistir? Comenta aí o que achou e o que espera para o futuro do personagem nos cinemas.